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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Revista Caras Edição Especial

A vida tem destas coisas, a revistas "Caras" lança sua edição especial trazendo como destaque algumas personalidades de Imperatriz, entre eles o casal do ano, o empresário Sidney e o líder político da região o Domingão Cobra Mansa.

Confira a capa da revista abaixo:

O artista ‘prata da casa’ e a falta de público

Já estava começando a escrever algo sobre o show de Lourival Tavares no Ferreira Gullar. Mas, meu amigo Adalberto Franklin foi mais rápido e postou um texto que seria mais ou menos que estas mãos atrofiadas escreveria, portanto segue as palavras de Franklin:

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Para um pequeno público, o cantor/compositor Lourival Tavares realizou ontem à noite uma apresentação no Teatro Ferreira Gullar, depois de três anos sem cantar nesta cidade, onde ele começou a despontar no meio musical no final dos anos 1970 e começo dos anos 1980, e onde residem seus pais e avós.

Estive lá e verifiquei que as poucas dezenas de presentes eram pessoas ligadas à cultura e à comunicação, em sua maioria amigos do artista. Daí me vieram alguns questionamentos: A cidade menospreza seus artistas? O gênero MPB tem pouco público na cidade? A obra de Lourival é desconhecida aqui? A data não era conveniente?

Bem, são tantas as variáveis para avaliação que cabe fazer algumas digressões sobre essa temática.

É inegável que de Imperatriz despontaram, nas últimas três décadas – que acompanhei, pois em janeiro completo quatro décadas nesta cidade –, diversos nomes que repercutiram no cenário da música regional, estadual e mesmo nacional. Temos aqui, insistindo e resistindo na difícil trincheira tocantina, muitos nomes que não fariam feio em nenhum palco nacional. Vozes como as de Neném Bragança, Lena Garcia (para falar só dos que aqui residem), e alguns outros que se destacaram posteriormente, nada devem à maioria dos grandes artistas internacionais. A diferença é que os outros têm a mídia e os degraus dos grandes palcos em seu favor.

Lourival Tavares – assim como Neném Bragança – tem timbre vocal que se iguala ao de um Alceu Valença, ao de um Zé Ramalho, ao de um Xangai… mesmo que menos lapidada. Lena não fica atrás das divas da MPB, e até supera muitas delas. E temos bons compositores: Zeca Tocantins, Neném Bragança, Henrique Guimarães… e tantos mais. E se incluirmos os que migraram, incluiremos artistas como Carlinhos Veloz, Erasmo Dibell, Chiquinho França (instrumental), Wilson Zara e outros mais.

Por que, então, eles não conseguem público em sua própria cidade?

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Réveillon em Imperatriz

Não será promovido pela prefeitura da cidade. O possível recurso através do deputado federal Cleber Verde (PRB), aliado de Chico do Planalto (Defesa Civil), não foi pra frente. O próprio prefeito Madeira teria desistido da idéia, pois entende que um recurso federal que viria do Ministério do Turismo não seria tão fácil e muito menos rápido para ser liberado em tempo de quitar as despesas que envolvem evento do tipo.

Sabe-se que o Governo do Estado promoverá a festa sob o título de “Réveillon do Maranhão - Viva 2010”, todavia ainda sem atrações definidas.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Lourival Tavares faz show no Ferreira Gullar


Recebi do amigo Lourival o ultimato de divulgar e comparecer ao show dele hoje no Ferreira Gullar. Segue release. Aguardo os leitores do blog por lá também.
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Com o apoio da Fundação Cultural de Imperatriz (FCI), o cantor/compositor Lourival Tavares brinda o público de Imperatriz hoje, a partir das 20h30, com o show denominado “Canções Emolduradas”, que terá a participação especial do cantor Nenen Bragança. O espetáculo musical fecha com chave de ouro a programação deste ano do Teatro Ferreira Gullar e está sendo esperado com muita expectativa pelo público local que conhece e aplaude a obra de Lourival Tavares.

“Canções Emolduradas”, de acordo com Lourival, tem como proposta mostrar suas canções com parceiros já gravadas em seus últimos CDs. Também tem como objetivo apresentar suas releituras de canções que já foram gravadas por ele, como Muito Romântico (Caetano Veloso), Pequeno concerto que virou Canção (Geraldo Vandré), Na asa do vento (João do Vale) e outras ainda não gravadas, a exemplo de Retalho de Cetim (Benito di Paula), Negro amor (Bom Dylan), versão Péricles Cavalcante e Caetano Veloso, e Porto da saudade (Alceu Valença).

Lourival Tavares faz questão de frisar que, “dentro de blocos musicais que apresento as canções que não são minhas, procuro não me transformar num crooner (cover), pois ponho a assinatura que é minha moldura”, assinala o artista. O cantor maranhense vem divulgando seu 7º CD “Nudez de um fonograma” e trabalha no arremate final de um DVD “Momentos”, bem como já tem proposta para um novo CD que se denominará “Estação 26”.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Amigas...

Se há nestas nuvens negras tamanhas dor
Ao frio que abastece e inflama paripasso a ir
São meus nervos e ossos que manifestam o primeiro bom-dia
Joelhos castiçais – queima pele, vibra cartilagem degenerativa

Amigas que voltam e aqui postam-se uma a uma
Artrite... Artrose... e atrasada chega: Enxaqueca Turva
E tantas outras que inconseqüentemente esqueço
Velhas companheiras ainda que juvenil,
[meio que infantil seja]
este amontoado de tecido-anêmico e torto

E divido com as formigas e pernilongos o chão cerâmico
Câimbras ... Estalos... Torções...
E amanhã, sempre a ressaca do médico evitar!

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Hoje, terça-feira, a chuva, o clima fria, elas apareceram para uma visita.

Estrada Davinópolis - Imperatriz

O blog já havia antecipado sobre o péssimo estado de conservação da rodovia estadual que liga Imperatriz a Davinópolis (leia aqui). Ontem a TV Mirante veiculou matéria sobre o assunto. Hoje, um jornal local informou que "o secretário de Desenvolvimento do Sul do Maranhão, Adhemar Freitas, iria se encontrar com a governadora Roseana Sarney...".

Há praticamente duas semanas atrás Roseana passou por aqui como um cometa e nenhum assessor dela de Imperatriz relatou e/ou apontou alguma solução para o problema, antes que as chuvas na região intensifica-se. Pois bem, não deu outra. Agora motoristas e qualquer cidadão que não possuem outra opção de caminho, sofrem as conseqüências da costumeira "poeira embaixo do tapete" do poder público.


Setran ignora sinalização

Algumas pequenas coisinhas precisam receber atenção. Ontem à noite mais um caso de que a Setran está aérea e/ou que as secretarias não estão falando a mesma língua. Na Praça da Cultura, na Rua Coronel Manoel Bandeira, foi instalado um palco para o encerramento do “Natal da Gente”, mas não havia nenhuma sinalização (cones, placas) e nem agente de trânsito para informar que a rua estava interditada. Além de alguns carros que passaram batidos e tiveram que retornar, motoristas de ônibus ficaram sem entender qual melhor rota para pegar. Mototaxistas passavam pela lateral do palco, às vezes colando em risco quem circulava desatentamente pela rua interditada.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Banda Diplomatas

Foi uma grande surpresa o show ontem à noite na Praça da Cultura da banda Diplomatas, na programação do “Natal da Gente”. Não conhecia e foi um verdadeiro achado de Lucena Filho, diga-se. No repertório clássicos da jovem-guarda e sucessos POP dos anos 80. São senhores em plena forma e com aquele visual com roupa social e de gravata à la banda de baile, coisa que nem existe [ou não existia] mais aqui em Imperatriz. Foi interessante ouvir interpretações para 14 BIS, Roupa Nova, Incríveis, Lulu Santos, Ritchie, Lennon e tantas outras.

E de novo, pouca gente para prestigiar. Cadê o povo?

Confraternização na Banca do Chico

Sucesso total a confraternização na Banca do Chico. Deu mais gente que se imaginava e foi preciso os coordenadores Feinho, Ailan e Juarez colocar ordem na casa. Domingo o comércio estava aberto no período da manhã, logo a muvuca foi grande. A poeira foi baixar de tarde.

A festa foi recheada de muitas, muitas, muitas cervejas, vinhos para quem não curte e não pode beliscar uma “loura” e uma quantidade sem precedente de carnes. No final, somente alguns poucos guerreiros estavam de pé e ainda rumaram para mais uma rodada.

Este ano a confraternização foi diferente, com apresentação do artista Neguinho da Inês, conhecido também pelo nome de “Cão Chupando Manga”. Élson Araujo escreveu em seu blog uma excelente descrição do artista: “uma mistura exótica de Sidney Magal, Michael Jackson, Elvis Presley, Doutor Sarkis e Lacraia”. O camarada matou uma grana boa, a galera coçou o bolso após Polegada fazer as honras do chapéu e Neguinho da Inês teve o merecido reconhecimento do público. Sem dúvidas, foi de matar de rir.

Outro artista também deu uma palha, Pedro Bispo, no finalzinho da tarde. Professor Etevaldo improvisou com uma bacia algo como tambor e Dr. Edivan com 2 facas fez um “triangulo”. A sanfona comeu solta nas melhores de Luís Gonzaga.

Como acontece em todo ano, a rotatividade dos freqüentadores foi perceptível, quem está com mandato apareceu, quem não subiu nenhuma rampa, esteve ausente. Porém isso não tirou as mais “variadas divergências” partidárias, políticas e futebolísticas da roda de discussão, renovando às vezes as pautas, mas nunca deixando de revirar uma faísca ou outra de assuntos já batidos. E nesta confluência atípica, todos estavam ali em harmonia. Novos e veteranos.

Parabéns ao Chico “Gentileza” e aos amigos da Banca pela ótima e divertida festa.







Fotos enviadas pelo mano Sidney Rodrigues do site Kamaleao.

Chaveiro 24 horas & Lei de Murphy

Há vários chaveiros na cidade que adotam a placa de “atendimento 24 horas”. Se isso existe de fato, comigo e com alguns amigos a venda deste peixe não se cumpriu.

Explico: vindo de um evento sábado de Açailândia umas 3 horas da manhã, já próximo de casa meu amigo recebe a ligação do irmão dele que pedia ajuda para localizar um chaveiro, pois o maluquinho fechou a porta do carro com a chave no contato. Isso lá na Expoimp. Pensamos que ia ser algo fácil, afinal de contas os chaveiros utilizam do “atendimento 24 horas”. Nadinha! Acho que rodamos por quase todos os chaveiros e nenhum deles estavam no ponto e/ou não atendiam os milhares de telefonemas.

Desistindo da idéia do chaveiro, rumamos para Expoimp resgatar o menino e deixar o carro dele por lá, pois estava no estacionamento interno do Parque, portanto não corria tanto risco assim de possível furto. O relógio já marcava 4 horas da manhã. Meu camarada teve a brilhante idéia de testar a chave do carro dele, um Celta, no carro do irmão, um Vectra. Sabe a Lei de Murphy? "Se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará". E deu! A chave do carro quebrou...

4h30 da manhã, 2 carros parados e 4 abobalhados frustrados! Começou então a série de ligações constantes para o tal do chaveiro 24 horas. O camarada só foi atender a ligação 5h30. O dia já estava raiando. De moto-taxi foi a chave quebrada para fazer uma nova. Umas 6 o chaveiro chega, a chave a princípio não deu certo, tinha que ter algo como codificação, chip. E eu que pensava que só celular tinha chip. No final, deu certo o lance da chave, e ele ainda abriu o outro carro em questão de segundos. A bateria estava “arriada” (o som ficou ligado), foi preciso fazer um negócio de “chupeta”. Uma novela!

Às 7 estava chegando em casa, só faltando levar os pães. O cérebro agiu apenas para um cochilo, pois às 10 horas a confraternização na Banca do Chico só estava começando. Mas isso é assunto para o próximo post.