Nas suas falas, os professores registraram que não há por que voltar às aulas, se não foram ainda encerradas as negociações nem sinalizadas às soluções para as duas grandes reivindicações do movimento: um plano de carreira que contemple, realmente, a estruturação profissional dos professores universitários e a reestruturação da universidade. Retroceder agora, entenderam os presentes, seria reconhecer a fraqueza do movimento e se contentar com o pouco que o Governo Federal oferece, sem condições de discutir questões mais graves, como o sucateamento da universidade, a falta de professores etc.
E, ao contrário do que se apregoa na mídia, a greve é forte, ainda são mais de 50 federais em greve e o Andes continua pressionando o governo, deputados, senadores, entidades educacionais etc.
As informações são do Prof. Dr. Marcos Fábio Belo Matos do Curso de Comunicação Social/Jornalismo/UFMA Imperatriz.






