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sábado, 22 de junho de 2013

Em ritmo de São João: Pulem as catracas

O período junino não seria, ironicamente, mais apropriado e folclórico com o momento. Sem soar pejorativo, não basta apenas pular as fogueiras feitas de entulhos, é válido também pular as catracas.

Não há dúvidas, a empresa não é (há muito tempo) bem-vinda e claro, não tem a mínima condição de melhorar sua prestação de serviço. Como a decisão do governo é lenta, afinal, o tempo do governo (seja ele qual for), é quase o tempo de Deus: um dia é o equivale há mil anos e, mil anos como um dia. Agora o povo volta às ruas... a voz do povo é a voz de Deus. Governo, povo e Deus, todos iguais, uns mais iguais que os outros.

Pega fogo Imperatriz e viva São João!


quarta-feira, 19 de junho de 2013

Cinema em Imperatriz: Dos pioneiros a vanguarda da tecnologia

Nessa quarta, 19, é comemorado o Dia do Cinema Nacional. A data é em homenagem a realização das filmagens do primeiro filme nacional, Vista da Baia da Guanabara, do cinegrafista italiano Afonso Segreto, que foi rodado em 19 de junho de 1898. Em Imperatriz, o primeiro cinema foi inaugurado no final dos anos de 1950, atualmente à cidade conta com dois estabelecimentos. O recém-inaugurado Cinesystem é o mais moderno e com maior número de salas, são 5 no total, sendo 2 em 3D, mas a cidade conta, também com outras opções, como os cineclubes e festivais independentes. Aproveitamos a data para relembrar um pouco da história do cinema em Imperatriz.

Cine Marabá em 1983.
(Foto: Acervo Nando Cunha - Blog Museu Virtual de Imperatriz)

Os pioneiros: O primeiro cinema de Imperatriz foi inaugurado em 1950. Era um espaço simples e pouco frequentado. Entre os anos de 1970 e 1990, Imperatriz contou com três grandes cinemas: Cine Fides, Cine São Luís e Cine Marabá. Com a chegada da TV nos anos 80, esses locais foram aos poucos fechando. O último a resistir foi o Cine Marabá que fechou as portas em 1990. Eram cinemas de ruas e exibiam filmes com bastante atraso, em relação ao circuito nacional. Hoje esses espaços são ocupados por igrejas evangélicas. Em meados dos anos 1990 surge o Cine Tímbira, localizado no shopping Tímbira. Era um espaço pequeno, com pouca estrutura.

Atualmente: Em 24 de Maio desse ano, a cidade de Imperatriz recebeu um dos mais modernos cinemas do Brasil. É inaugurado no Imperial Shopping o moderno multiplex da Rede Cinesystem. O empreendimento trouxe para a cidade o conceito de autosserviço e o que há de mais moderno em Tecnologia. A cidade conta hoje com dois estabelecimentos, totalizando oitos salas de exibição. Há ainda, projetos independentes, como o Cinema no Teatro e o Cine Muriaquitã da UFMA. Esses espaços promovem a exibição de filmes que estão fora do circuito comercial, promovendo debates e festivais de filmes estrangeiros e nacionais de menor repercussão, fora dos padrões “blockbusters”.

Videodocumentário: A trajetória do Cinema em Imperatriz está registrada num documentário produzido pelas jornalistas Priscila Aranha e Marizé Viera, que juntamente com o Professor e Diretor da UFMA de Imperatriz, Marcos Fábio Belo Matos, levaram para as telas a história do cinema na cidade. Intitulado “Memórias Afetivas do Cinema em Imperatriz”, o documentário traz depoimentos e imagens dos acontecimentos que marcaram a sétima arte na cidade.

Para Priscila Aranha, regastar a história do cinema é importante para a cultura da cidade, “Disponibilizar a sociedade imperatrizense um documento memorial sobre sua história, cuja parte importante passa pela história do cinema, foi nossa maior intenção”.

Público em produções brasileiras: A participação do público em produções brasileiras exibidas pela Rede Cinesystem Cinemas em 2012 foi acima da média nacional. No ano passado, 10,81% dos frequentadores dos multiplex da empresa assistiram longas produzidos no País. Na média geral, que inclui todas as exibidoras em atividade, o índice foi de 10,62%, de acordo com o Informe de Acompanhamento do Mercado divulgado recentemente pela Ancine (Agência Nacional do Cinema).

No que diz respeito a renda, os filmes nacionais representaram 9,62% do aferido pela Rede Cinesystem em 2012. “O mais importante desse resultado é que as produções brasileiras estão acompanhando o desenvolvimento tecnológico, o que impulsiona ainda mais o interesse das exibidoras e atraí grande público. O mercado para o cinema nacional está consolidado e a tendência é crescer ainda mais”, destaca a gerente de marketing da Rede, Sâmara Kurihara.

Sobre a Rede Cinesystem Cinemas
A REDE CINESYSTEM CINEMAS é uma das principais exibidoras do país graças a um agressivo plano de expansão iniciado em 2003. Hoje são 90 salas em operação, distribuídas em sete estados brasileiros, do Maranhão ao Rio Grande do Sul passando pelo Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Até o final deste ano, a Rede vai ampliar ainda mais suas atividades com novos complexos em Maceió e Arapiraca (AL).

O pioneirismo tem sido uma das marcas da Cinesystem na indústria cinematográfica nacional. Precursora da digitalização no Brasil, foi a primeira Rede a operar complexos 100% digitais. Além disso, trouxe para o país o inédito conceito de “autosserviço”, onde o cliente compra os ingressos em estações de vendas com monitores touch screen e também se serve sozinho dos produtos oferecidos na bomboniere.

Mais informações acesse nossa Sala de Imprensa em: www.cinesystem.com.br/imprensa.

(Assessoria Cine System)

domingo, 16 de junho de 2013

A praça é do povo – Varal de Fotografias estende a arte para a comunidade

Do Portal Do Minuto
com reportagem de Alda Queiroz

Sob a influência de circunstâncias sociais, culturais e econômicas, a arte se espalha pela Praça da Cultura. A segunda mostra do Varal de Fotografias, realizada neste sábado (15), destaca os impulsos criativos de quem olha a realidade e a si próprio como espetáculo.

A segunda edição da mostra conta com 100 imagens de temas diversos.
Durante o evento, aconteceu a premiação do Concurso de Autorretrato
(Foto: Alda Queiroz)
A exposição é o conjunto de esforços da equipe que compõe o site Imperatriz Fotos. Na edição deste ano, o Varal apresenta uma estrutura com 90 imagens em temáticas diversas, além das 10 fotografias finalistas do Concurso de Autorretrato.

A vontade de registrar as histórias e as emoções do dia a dia, seja em cor ou em preto e branco, prioriza a narrativa do não verbal. No varal, tensão na greve dos professores, fé e devoção em rituais religiosos, alegria e melancolia dos bailarinos, o colorido dos pássaros.

As fotografias das manifestações populares, como os movimentos Fora VBL e dos professores em greve, sugerem leveza e sensibilidade ao tema. Dando asas à imaginação, o registro dos pássaros mostra as dimensões fantásticas de muitas espécies em sintonia com a natureza.

O movimento da dança é surpreendentemente moderno. Repletas de ação e romance, não é de se espantar que estas imagens explorem cenários ao ar livre. Os cliques da celebração de Corpus Christi são os mais recentes. A forma obstinada no registro das emoções, transmitidas pelo rosto de pessoas anônimas, dispensa legenda.

Entre a melancolia e a euforia – Na frente de qualquer superfície que reflete ou explorando o recurso do temporizador das câmeras, os participantes do Concurso de Autorretrato brincaram com as próprias imagens. Na categoria registro em câmera, a foto ganhadora destaca uma espécie de pintura étnica no rosto de Bárbara Arcângela. Ela foi escolhida pela comissão julgadora e recebeu R$350,00.

Outra categoria da competição considera os registros em celular. A imagem da Taíse Pinto Dias, com um olhar esquecido em uma janela, rendeu-lhe a premiação de primeiro lugar. Ela ganhou uma câmera fotográfica. Por ter a foto mais curtida no Facebook, a fotografia experimental de Antônio Wagner mereceu o prêmio de R$150,00.