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sábado, 13 de julho de 2013

Evento de badminton reúne praticantes da modalidade em Imperatriz

Do portal Do Minuto

O badminton é o segundo esporte mais praticado no mundo. Nos últimos anos, escolas da Região Tocantina tem adotado esse esporte como parte da grade de educação física, fator que aumenta a popularidade entre os estudantes. Neste sábado (13) acontece o ‘Badminton Open de Imperatriz’ uma competição que envolve os amantes da modalidade do município e de outros distritos convidados.


“Este ano o evento está bem organizado, procuramos uma quadra maior, melhor adequada para o melhor desempenho dos atletas”, Wallasse Fróes, organizador.

As disputas acontecem na quadra do Colégio Dom Bosco no centro de Imperatriz. No total foram 25 atletas inscritos, serão duas categorias em disputa Infanto (até 17 anos) e adulto. Competidores das cidades de Imperatriz, Teresina-PI e Timon –Ma participam do evento.

“Preparei minha parte física e psicológica, estou muito confiante”, Naydson, competidor da cidade de Teresina-PI.

Na oportunidade, os melhores colocados receberão medalhas e troféus. As disputas começam às 10h e terminam às 20h deste sábado.

Categorias:
Simples masculino
Simples feminino
Dupla masculino
Dupla feminino
Duplas mistas

Com reportagem de Evandro Maciel

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Quando lágrimas ocupam o silêncio de um sorriso...

Minha maquiagem borrou pelo sangue violento da covardia
Tiraram de mim o dom da alegria para gerar lágrimas inconsoláveis
Roupas coloridas dão lugar ao figurino enlutado
Não era este o destino triste da fantasia.

Estou desbotado, longe da inocência daqueles que crescem para serem homens melhores...
Quão pesado é este mundo que não podemos melhorar?

Era uma vez um espetáculo de cores e de sonhos...
A cortina fechou, a plateia indefesa ficou estática!
O sorriso fechou, a lágrima caiu.

Todo personagem é um ser-humano real: um educador que nos deixa; um amigo que não aparece mais; um pai que não envelhece; um homem que não vira mais criança.

Quando lágrimas ocupam o silêncio de um sorriso, nos resta abraçar a alma do artista em nossos corações e vivenciar um deva-ju constante de dias melhores.


segunda-feira, 8 de julho de 2013

Acerte a lata: Campanha de coleta seletiva para material reciclável é lançada na UFMA

Marcos Fábio Belo Matos

Implantamos na Ufma de Imperatriz uma campanha de coleta seletiva para material reciclável. Nada de tão extraordinário. Nada que as escolas de ensino fundamental e médio, pagas e caras, não façam todo ano, dentro da sua ‘pedagogia de projetos’, para justificar o que os pais investem na educação dos filhos, boleto a boleto. Mas é uma campanha que, se der certo, pode servir para muitas coisas.

Surgiu assim: quando assumimos a direção do Centro, encontramos umas lixeiras estocadas num canto, daquelas de cores variadas, em que cada cor representa um tipo de material a ser coletado: azul para papel, verde para vidro e amarelo para metal (Nota: como quase não temos coleta de vidro, renomeamos a verde para plástico). Decidimos distribuir as lixeiras e seus suportes pelas áreas do campus, mas logo verificamos que apenas deixá-las na paisagem não iria adiantar, as pessoas iam continuar jogando latas, papéis, caixas, restos de comida na lixeira que quisessem.

Então montamos a campanha. Com a ajuda indefectível do pessoal do Núcleo Assessoria de Comunicação, planejamos tudo. A campanha teria um slogan e uma marca, seria feita com materiais reciclados, quase toda artesanalmente, e englobaria palestras, mostras de vídeo, sorteios, oficinas, intervenção, informação e exortação. Teria ainda uma presença marcante na mídia tradicional e nas redes sociais. “Acerte a lata” foi o slogan adotado – e tudo gira em torno dele. A campanha contou com o apoio financeiro da Câmara de Dirigentes Lojistas de Imperatriz, que doou as camisas para a equipe da organização e para sorteios.

Outro ponto forte da ação é a destinação do material acumulado. Fizemos uma parceria com a Ascamari (Associação de Catadores de Materiais Recicláveis de Imperatriz) para que eles recolham os materiais e façam a venda, gerando renda para os associados. Assim, ajudamos o meio ambiente, nos tornamos cidadãos melhores e ainda contribuímos para que mais pessoas melhorem suas vidas, financeiramente. A lógica do ganha-ganha.

Nossa intenção é que seja uma campanha não apenas de intervenção, mas de permanência de mensagem e de reeducação de hábitos. Por isso ela vai se estender por uns três meses ou mais. Até que muita gente já esteja acostumada a usar as lixeiras certas para depositar os materiais. E até que possamos pautar essa ideia para novos nichos.

Se conseguirmos, ao final da campanha, fazer com que a comunidade universitária se conscientize de que é possível assumir uma nova postura de destinação do lixo que geramos lá, vai ser legal. Se conseguirmos que as pessoas levem essa prática para as suas casas, o seu trabalho, a sua comunidade, será melhor ainda. Se conseguirmos fazer este projeto sair dos muros da Ufma e alcançar escolas, faculdades, empresas, melhor ainda ainda. Se conseguirmos criar, na agenda do poder público municipal, a pauta da coleta seletiva para a cidade, seria a recompensa ideal.

Mas se nada disso der certo, ainda assim já valeu a pena. Desde o início da campanha, eu já mudei as minhas práticas quanto ao descarte do meu lixo. Se ela não servir para ninguém (o que eu, definitivamente, não acredito que acontecerá), ela já serviu para mim.

* Jornalista e professor doutor do curso de Jornalismo da UFMA/Imperatriz