Em manutenção
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sábado, 31 de dezembro de 2011

Em 2012: deixe girar a roda do tempo....

Muitos dos meus conhecidos sabem que não sou muito ligado as datas comemorativas, ritos, tradições. Esse post é para agradecer não a eles, pois poucos deles freqüentam o blogue, mas é para retribuir a um número significativo de ilustres desconhecidos que aqui passam, ainda que a maioria não comentam e nem opinam, todavia de alguma forma estão dando um "bizu", o que aumenta em muito a responsabilidade e o cuidado de escrever.

O blog não é meu instrumento de trabalho, de longe tenho com ele um compromisso periódico de escrever. Tenho uma extrema dificuldade de conciliar isso, não por ideologia e nem por postura, é desleixo mesmo. O blog funciona como uma ferramenta que ainda estou aprendendo utilizar, sem nenhuma pretensão de fazer manutenção em algo ou fazer algum reparo. É uma janela, que oscila entre andares, muitas vezes de vidro frágil, outras na egocentricidade de vidraça blindada.

Portanto, aos leitores esporádicos e/ou constantes, aos parceiros de primeira linha e as saudáveis divergências, discordâncias e suspiros de aborrecimento, meu muito obrigado. É muito bom saber que por esta janela podemos nos comunicar. Apenas isso basta.

Estejam em paz, não por uma contagem de tempo contabilizado em 345 dias futuros, mas sim pela dádiva de ter vivido toda uma vida até aqui.

Valeu! Vamos de La Renga... a tradução, segue logo abaixo do vídeo:



Fiz do meu corpo amigo do céu e da distância
E fui buscar uma verdade para meu coração
Algo tão grande como o céu e as montanhas
E tão pequeno como uma gota de lágrima
E já não estava mais comigo meu coração
Foi pousar em cada uma das coisas
E já não estava mais comigo meu coração
Se foi fundir com a essencia e a sabedoria

E agora só um caminho hei de caminhar
Qualquer caminho que tenha coração
Atravessando todo seu caminho sem alento
Deixando para trás mil razões no tempo

E morrer querendo ser livre, encontrar o meu lado selvagem
Dar asas a meu destino,
Romper os dentes desta engrenagem

Fiz um lugar no refúgio dos meus sonhos
E guardei alí meu tesouro mais precioso
Onde não chega o homem em suas jaulas
Nem a maquinária da sobrevivência
E foi mais fácil tentar viver minha vida,
Que vendê-la à razão e conformidade

(Hablando de La Libertad - La Renga)

Produção da Tribo de Jah esclarece sobre cachê em Imperatriz

Recebemos e-mail encaminhado pela produção da Tribo de Jah que esclarece sobre o cachê cobrado na cidade de Imperatriz. Em muito me preocupou algo feito supostamente de forma leviana.

Há um mês conversei por telefone com Fauzi (líder da banda), e um simples "insight" descompromissado, comentei que iria sugerir o show da Tribo para o reveillon da cidade. Finalizado a conversa, fiz algumas ligações. Em um espaço de 20 dias, não tive mais nenhum contato com a banda e nem com os organizadores da festa. Fui até pego de surpreso quando fiquei sabendo por Élson Araujo (secretário de comunicação da prefeitura) que a Tribo ia realmente fazer o show da virada.

Mesmo não compondo o governo municipal, acredito que um show alternativo, fugindo os velhos padrões casaria bem para Imperatriz, contemplando um estilo até então marginalizado por diversos setores da mídia e da sociedade. Existe um público na dita periferia que vai além do jurassiano Reginaldo Rossi... um público jovem que há muito tempo não é contemplado com uma apresentação digna e de nível internacional como a Tribo de Jah. Sem mais delongas, vamos a nota e aguardar o Titãs para o aniversário da cidade:

Façamos informar à opinião pública Imperatrizense, que não existe nada de errado no valor do CACHÊ cobrado pela Banda TRIBO DE JAH, para realizar o show hoje a noite, dia 31 de dezembro, na virada do ano, na cidade de IMPERATRIZ.

O CACHÊ inicialmente cobrado pela Banda, era no valor de R$ 50.000.00 (cinqüenta mil reais), que por insistência nas negociações feitas pelo Sr LUCENA com a produção da Tribo, este insistiu em um desconto do Cachê e ofereceu, R$ 40.000.00 (quarenta mil reais), por tando abaixo R$ 10.000.00 (dez mil reais) do valor que estávamos cobrando. Consideramos um mérito, do negociador da Prefeitura, no caso o Sr. Lucena, assessorado pelo jornalista Élson Araújo, que também me ligou insistindo para que aceitássemos a proposta no valor de R$ 40.000.00 (quarenta mil reais).

Sem consultar o líder da banda Tribo de Jah, Fauzi Baydeoun, bati o martelo e fechei o contrato com a Prefeitura de Imperatriz, pelo cachê proposto pelos representantes da Prefeitura de Imperatriz, os Srs Lucena e Élson Araújo, tendo sido questionado pelo próprio Fauzi, por ter eu dado um desconto alto, para o Show em uma data especial que é o Revellion.

Todos os artistas e bandas, cobram cachês dobrado, no dia 31 de Dezembro, o que é uma regra de mercado, que não foi inventada, pela banda Tribo de Jah.

O que não está focado com esta realidade, passam a ser especulações maldosas de terceiros, que por não conhecerem a realidade do mercado musical, devem está fazendo política rasteira, com o bom nome que a TRIBO DE JAH tem hoje no mundo inteiro, inclusive ajudado pela cidade de Imperatriz, que sem
pre acolheu bem a banda, desde o seu início de carreira.

E para fechar, o cachê oficial da Banda TRIBO DE JAH, fora a data de REVELLION é de R$ 25.000.00 (vinte e cinco mil reais).

Frazão Oliveira, produtor executivo e empresário da Tribo, no Estado do Maranhão.
E-mail: frazãooliveira@hotmail.com / celular: 98-8155-7078 / 98-9906-5627.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Pesquisa revela empate técnico entre Madeira e Ildon Marques na disputa pela prefeitura de Imperatriz

Resultado de pesquisas, ainda mais no final do ano, são mais do que divertidas, coincidem com os "contos de Natal" que flutuam pelo período festivo. Alguns levam a sério, outros duvidam. Seja qual for a interpretação da fé, a leitura é saudável antes a discussão dos diversos analistas políticos.

Abaixo, postagem do blogue Entreatos do jornalista Marcos Franco:

Uma eleição indefinida com dois nomes empatados tecnicamente na disputa da primeira posição. É o que revela pesquisa do Instituto Amostragem realizada dias 17, 18 e 19 deste mês para saber a opinião dos eleitores de Imperatriz. O prefeito Sebastião Madeira (PSDB) lidera com vantagem média de 2 pontos percentuais sobre o ex-prefeito Ildon Marques (PMDB). Os dois são seguidos dos pré-candidatos Pastor Porto, Carlinhos Amorim e Edmilson Sanches. “Há um nítido equilíbrio na disputa de Imperatriz, com tênue favoritismo do atual prefeito”, informa relatório da pesquisa.

No primeiro cenário, Madeira desponta com 27%, seguido por Ildon Marques com 25%. O ex-vice governador Pastor Porto(PPS) ocupa a terceira posição com 13%, seguido do deputado estadual Carlinhos Amorim (PDT) com 12,5% , do vereador Edmilson Sanches (PCdoB) com 10,67% e do radialista Justino Filho (PTC) com3,17%. O professor Expedito Barroso (PT) ficou abaixo de 1% neste cenário.

No segundo cenário, com o empresário Ribinha Cunha (PR) no lugar de Ildon Marques, Madeira mantém a dianteira com 28,17% dos votos. Carlinhos Amorim aparece em segundo lugar com 18,17% seguido do Pastor Porto, 17,33%; Edmilson Sanches, 13%; Justino Filho, 3,83%; Ribinha Cunha, 2,33%; e Expedito Barroso, 1%.

Num cenário mais enxuto, sem os nomes do Pastor Porto, Expedito Barroso e Carlinhos Amorim, Madeira chega a 33,5% contra 32,67 de lldon e 16,33% de Edmilson Sanches. O pré-candidato do PCdoB fica na segunda colocação, com 23% dos votos, na hipótese de Ildon Marques não ser candidato. Neste cenário Madeira sobe para 39,5%, Justino Filho pontua com 6,83% e Ribinha Cunha fica com 3,67%.

Em outros dois cenários, Madeira mantém a dianteira, porém com vantagem sobre Ildon Marques dentro da margem de erro, que é de 3% para mais ou para menos. Num desses cenários, Pastor Porto ocupa a terceira colocação com 18,83%. No outro, Carlinhos Amorim obtém 16% das intenções de votos dos imperatrizenses.

Rejeição – Entre os principais pré-candidatos, aqueles melhor pontuados, o prefeito Madeira lidera o índice de rejeição, com 25,33%. O segundo mais rejeitado é o ex-prefeito Ildon Marques, com 23,33%. Na outra ponta o que tem a menor taxa de rejeição é o vereador Edmilson Sanches, com 8,17%.

Perguntados se o prefeito Madeira merece ou não ser reeleito, 52% dos 600 entrevistados disseram que ele não merece um novo mandato. E 40,33% afirmaram que ele merece ser reeleito.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Palmério Dória: "Internet virou uma cadeia da legalidade"

Claudio Leal
A eleição presidencial de 2010, vencida pela petista Dilma Rousseff, começa a ganhar os primeiros relatos históricos. Um dos lançamentos editoriais sobre a campanha política, o livro "Crime de imprensa" (Plena Editorial), de Palmério Dória e Mylton Severiano, analisa o comportamento dos grandes grupos midiáticos durante a sucessão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Repórteres veteranos, Palmério e Severiano (o Myltainho) atuaram na imprensa alternativa e também em grupos como "Estado de S. Paulo", "Folha de S.Paulo", "Realidade", "Rede Globo" e "TV Record". No livro, provocantemente "prefaciado" pelo escritor Lima Barreto, os autores sustentam que a mídia nacional assumiu as bandeiras de partido político e apoiou a candidatura de José Serra (PSDB).
- A Dilma enfrentou, durante a campanha, uma espécie de túnel de trem fantasma. A cada curva, havia uma cilada, um sobressalto, uma chamada "bala de prata". Hoje a imprensa continua assim, apesar de ela ser uma das três mulheres mais poderosas do planeta - afirma Palmério Dória, autor do best-seller "Honoráveis Bandidos - Um retrato do Brasil na Era Sarney" (Geração Editorial), em entrevista a Terra Magazine.
Craque da reportagem e frasista veloz, sempre a denunciar uma rica formação literária, Palmério Dória recorre ao humor - essa escopeta às vezes subestimada - para confrontar os velhos fantasmas da Nova República. O livro sobre o senador José Sarney, que frequentou por meses as listas dos mais vendidos, iniciou uma trilogia da vida política brasileira. A internet, pondera o jornalista, ajudou a balançar o previsível coreto.
- A Globo chegava a dominar 100% da audiência, nos anos 70 e 80. Ainda outro dia, a Globo dominava. Isso mudou. (...) Agora tem a força da blogosfera, que, de repente, se articula numa espécie de cadeia da legalidade, para citar o episódio do Brizola (em 1961)... Mas também tem os dois lados. Pode ser a internet do bem e do mal. A internet do mal procovocou aquela peste emocional que levou a eleição para o segundo turno, trazendo questões como o aborto, questões que eu achava que já tinham desaparecido - lamenta Palmério.
Confira a entrevista.
Terra Magazine - Você pôs um trecho de "Recordações do Escrivão Isaías Caminha", de Lima Barreto, como prefácio de "Crime de imprensa". Ele tinha uma visão bem ácida do jornalismo. De lá pra cá, a coisa tem piorado? 
Palmério Dória - A situação é praticamente a mesma. Porque ele verifica as famílias e constata que o domínio dos "Grandes Irmãos" já prevalecia. Isso piorou porque há uma concentração maior do poder da mídia. A Globo chegava a dominar 100% da audiência, nos anos 70 e 80. Ainda outro dia, a Globo dominava. Isso mudou. Existe uma abertura maior. Agora tem a força da blogosfera, que, de repente, se articula numa espécie de cadeia da legalidade, para citar o episódio do Brizola (em 1961). Isso melhorou. Mas também tem os dois lados. Pode ser a internet do bem e do mal. A internet do mal procovocou aquela peste emocional que levou a eleição para o segundo turno, trazendo questões como o aborto, questões que eu achava que já tinham desaparecido.
No livro, vocês sustentam que os principais grupos de comunicações do País apoiaram a candidatura de José Serra e se comportaram com parcialidade nas eleições. Essa postura tem se refletido na cobertura do governo Dilma ou houve uma mudança?
Essa postura não mudou. A Dilma enfrentou, durante a campanha, uma espécie de túnel de trem fantasma. A cada curva, havia uma cilada, um sobressalto, uma chamada "bala de prata". Hoje a imprensa continua assim, apesar de ela ser uma das três mulheres mais poderosas do planeta. Pra mim, é a segunda mais poderosa, porque Hillary Clinton (secretária de Estado dos EUA) é uma empregada. Apesar de ser presidente do maior país do hemisfério sul, Dilma é tratada como uma qualquer. A imprensa vai engolir. De maneira geral, não mudou a atitude. Ela não era um poste, não era e não é uma laranja, ela segurou a base política, a fisiologia, e de uma maneira geral os números estão comprovando que ela caiu até no gosto popular. Agora, descaradamente, só o "Estadão" assumiu que apoiava o Serra, através de um editoral. Os outros, não. A "Folha" gosta de parecer isenta, coisa que ela não é. Essa pluralidade é tão artificial quanto perna de pau.
Mas até que ponto assumir um candidato é positivo? Isso não pode influenciar, negativamente, o leitor ou o telespectador?
É positivo, sim. A Carta Capital também assumiu. É tocada por um grande jornalista (Mino Carta), que foi diretor da revista Quatro Rodas, da Veja, e que já foi um dos mais poderosos editores da imprensa. Não se pode dizer que a revista é pequena imprensa. A imprensa americana, que é nosso padrão, assume os candidatos. Isso é muito bom. O problema é dividir a notícia do editorial.
Discute-se muito o "silenciamento" da chamada grande mídia sobre temas que, em tese, desagradariam os grupos partidários com que os jornais e televisões mais simpatizam. Isso teria ocorrido, neste mês, com o livro "A privataria tucana". Para não cair numa teoria conspiratória, você acha que essas omissões ocorrem de forma inercial ou vertical, como uma determinação? 
Esses "grandes irmãos" parecem que combinam entre si. É inexplicável. No caso do livro, o timing foi o mesmo. Eles mantiveram o silêncio total, que durou uma semana. É pendular. Eles saíram juntos do silêncio total: a imprensa e o partido atingido (o PSDB). E agora partiram para o berro, esquecendo que bom tucano não berra. Se eu fosse pauteiro de um jornal, e já fui, veria que saiu a Carta Capital (com capa sobre o livro de Amaury Ribeiro Jr.), falando de corrupções numa escala de bilhões. Sendo pauteiro, é natural que você diga: pega um repórter para apurar isso. Mas, não. Todo o exército da grande imprensa estava dedicado a perseguir (Fernando) Pimentel, o amigo da Dilma. Não estou discutindo a corrupção, a escala da grana, nem o caso do Pimentel. Mas o exército todo estava caçando Pimentel. São essas contradições que mostram que não há isenção. Há um acordo tácito.
Os repórteres não podem ousar mais? Não ocorre também aqueles casos em que os repórteres imaginam o que o patrão gostaria que eles fizessem?
Acredite, mas eu já fui moleque e até jovem repórter. Havia nas redações os repórteres que faziam o trabalho sujo. Nós até agradecíamos. O "Estadão" tinha seus homens que faziam esse trabalho, "vamos pegar fulano de tal", de interesse da empresa. A gente sabia quem fazia isso claramente. Hoje, pegam esses meninos "trainees" pra fazer capa da "Veja" demonizando o MST. Bem jovens, e já estão mandando brasa, mora. Trabalhei na imprensa alternativa e sei que nós éramos bois de piranha, fazíamos as matérias que a grande imprensa não poderia publicar, como a matéria do "EX" sobre a morte do Vlado (Herzog). Depois essa matéria, Ricardo Kotscho ampliou os limites da liberdade de imprensa, coordenando uma matéria sobre a mordomia (publicada em "O Estado de São Paulo"). Ele me disse: "Porra, aquela matéria do EX ampliou os nossos limites". Tanto que as duas disputaram o Prêmio Esso. Vendeu a da mordomia, mas ficamos com os votos de Castelinho (Carlos Castelo Branco) e de Cláudio Abramo. Cada repórter vai conquistando sua margem de liberdade. Mas, cada vez menos os repórteres dizem: "não, isso eu não faço".
Você falou rapidamente, no início da conversa, sobre a presença política da internet. De que forma ela alterou o debate público?
No livro, citamos o editor do "The Guardian". Ele falou que, hoje em dia, temos uma gráfica em casa. Quando há temas muito complexos, até para os padrões ingleses (poderes podres ou grandes poderes), ele vai jogando pitadas no Twitter dele. Isso num grande jornal, com um grande editor... Desde Gutenberg não vejo nada tão espetacular. Não dá ainda para medir. O buraco é muito embaixo.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Contra o Maranhão do Sul, Dr. Pádua propõe capital do estado ser transferida para Grajaú

Existem figuras políticas que não bastasse o acaso da inércia do mandato, vez por outra lançam propostas que beiram a desaire. Partindo da premissa que a divulgação de tais feitos possa convencer o mais simples eleitor de um suposto dinamismo político, não é de estranhar que o velho ditado popular “a gente pensa que se benze e arrebenta as ventas”, faça valer para alguns casos inusitados na política maranhense.

Para o deputado estadual Antonio de Pádua, uma das soluções encontradas para a descentralização da administração pública no Maranhão é transferir a capital do estado para a cidade de Grajaú, alegando que por se encontrar na região central, haverá melhor logística na aplicação dos recursos.

O deputado de primeiro mandato (provavelmente, de um só), disse a reportagem do iMirante (leia aqui) que buscou inspiração “no ex-presidente Juscelino Kubitschek, que mudou a capital do país do Rio de Janeiro para Brasília”. Por tabela, o parlamentar deixa claro que é contra a proposta do Maranhão do Sul ao afirmar: “não sou muito a favor desses projetos que desintegram o Maranhão. Acho que temos de melhorar nosso interior”.

É claro que a proposta do Dr. Pádua não tem nenhum estudo cientifico, nem embasamento de viabilidade econômica. Pior, é ilógico no que diz respeito à estrutura de governo. Ele mesmo reconhece isso: “Não vai deixar de ter custos, mas gastaria muito menos que um novo estado. Não teríamos em Grajaú uma nova Assembleia, por exemplo, mas apenas os setores administrativos”.

É nobre deputado, como diria seu vulto tropeço inspirador JK: “É inútil fechar os olhos à realidade. Se o fizermos, a realidade abrirá nossas pálpebras e nos imporá a sua presença”.