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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Para Davizinho, Ildon foi o melhor prefeito de Imperatriz e lança Ribinha Cunha como pré-candidato pelo PR

Na dinâmica da política, em 2008 Davi Jr. anunciou:
""Estarei no palanque do Madeira"
Foto: Blogue do Élson Araujo
O Facebook se tornou uma espécie de cuisine nouvelle (ou nova cozinha) para alguns políticos de Imperatriz. Na semana passada foi o Pastor Porto que deu uma ratada em enaltecer o “grande maranhense” José Sarney em seu mural. Agora é a vez do deputado federal Davi Jr. dá uma bola fora ao comentar que Ildon Marques foi o melhor prefeito que a cidade já teve, claro, depois do seu pai. Vejamos:

“Acredito que a melhor administração que a cidade de Imperatriz já teve foi a de meu pai, Davi Alves Silva. Agora, depois de diversos administradores terem passado pela cidade vejo que o mais capacitado, após morte de meu pai, foi o senhor Ildon Marques, um verdadeiro imperatrizense que sempre buscou com empenho a solução dos problemas de Imperatriz e que, com afinco e dedicação conseguiu aprovar em tempo recorde os recursos para a realização das obras do PAC na Vila Cafeteira”.

Pô Davizinho, menos. Tá certo defender a gestão de seu pai, isso é até lógico (é umbilical), mas de Ildon? Dessa forma, a interpretação que temos é que o nobre deputado não morou aqui em tal época e muito menos desconhece como Ildon teve acesso aos recursos do PAC, que, diga-se de passagem, não foi por seus bonitos olhos castanho. O mais lamentável disso tudo é o fato do ex-prefeito utilizar como mote de campanha as obras do PAC, inclusive do grande Bacuri, que nunca saiu do papel. Os mais desafortunados de informação caíram feito patinhos nessa conversa mole.

Em uma licitação vencida pela Terramata
versava a construção da Praça da Juventude na
Rodovia Pedro Neiva de Santana. “O prazo de execução da obra
será de doze meses e tem valor estimado em
aproximadamente 1 milhão e meio de reais”, informou na
época o presidente da CPL, Jonilson Almeida Viana.
Imperatriz sofre por administrações medianas, capengas em algumas áreas, dissonantes em outras tantas e no processo de expectativa de mudanças, beira a frustração. Os ditos administradores públicos ainda não acertaram o passo. Às vezes por calçar um sapato folgado demais e/ou apertado de tal forma que lhe causam tropeços.

Talvez o nobre deputado esteja magoado com o prefeito Madeira, afinal não é de hoje que cobra dele alguns créditos de recursos enviados para Imperatriz. É de vital importância traduzir bem o que é ser “mais capacitado” enquanto gestor público, pois de Ildon como prefeito não há nada palpável. E quando Davizinho o cita como “verdadeiro imperatrizense”, enquanto cidadão e empresário, não há nenhum trabalho de responsabilidade social (ações no terceiro setor) para com a comunidade, ainda que isso seja por lei deduzida dos impostos. E como administrador, veja bem, em plena ascensão da construção civil na cidade de Imperatriz, corre a boca miúda que sua empresa de venda de material de construção está cambaleando. Fora isso a recente desfeita da Band Imperatriz e os sem números de processos administrativos por malversação do dinheiro público.

Até arrisco em dizer que o texto no mural do Facebook do deputado Davi Jr. não é dele. É de algum assessor que no afã de ajudar, acabou criando uma saia-justa, inapropriada nas vésperas do pleito municipal. É bem provável que o deputado nem tenha ciência desse texto. Bom, eu acho, mas vá saber?

Alguns usuários do Facebook questionaram a declaração posta lá, e a resposta de Davizinho revela o que já se especulava nos bastidores na Terra do Frei: Ribinha Cunha será pré-candidato a prefeito pelo PR. “(...) Agora é tempo de renovação tendo o Ribinha Cunha como pré-candidato a prefeito pelo Partido da República. Porém, não posso ignorar o trabalho realizado, tendo em vista a grandiosidade da Vila Cafeteira”, afirmou Davi Jr. em sua rede social.

Se a intenção de Davizinho ou do assessor que escreveu o texto pensando em agradar Seu Ildon em uma eventual não candidatura dele para aglutinar votos para Ribinha (afinal, o apoio do “pisada de porcão” é super bem-vindo numa disputa eleitoral), o caminho não é esse. O capricho que agrada políticos graúdos e popular como Ildon Marques não passa pelas redes sociais (talvez o pior local para se fazer política), mas sim por outros tatames, muito menos assistido e mais operacional.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O Brasil de hoje é o Maranhão de 1966

Nesta semana, este Estadão ainda não se livrou da censura imposta pelo Judiciário às notícias a respeito da Operação Boi Barrica, na qual a Polícia Federal (PF) investigou negócios suspeitos da família Sarney. Esta também foi aliviada com a notícia de que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) invalidou as provas que a referida autoridade policial levantou na dita investigação. O YouTube revelou a cinéfilos e interessados em política um curta-metragem de propaganda feito pelo baiano Glauber Rocha, ícone do Cinema Novo e da sétima arte no Brasil, por encomenda do então jovem governador do Maranhão, registrando o início de uma carreira política que, contrariando as previsões mais otimistas, o levou à Presidência da República. E a um poder, na presidência do Senado, que ora lhe permite substituir no Ministério do Turismo um indicado, Pedro Novais, afastado por suspeita de corrupção e evidências de má gestão, por outro, Gastão Vieira, cuja única virtude notória é a de ser mais um ilustre desconhecido e leigo nos assuntos da pasta a assumi-la.

O filme de Glauber Rocha, Maranhão 66, suscitou um debate inócuo em torno das intenções e dos verdadeiros interesses do cineasta e da notória sagacidade do político profissional que patrocinou um comercial da própria posse e terminou por financiar um documentário vivo e cru da dura realidade do País e de seu Estado miserável. Questionou-se se o cineasta foi leal a seu patrocinador ou se se aproveitou do patrocínio dele para, com imagens chocantes, denunciar o abismo existente entre o discurso barroco do empossado e a revoltante miséria de seu eleitorado. Também foram levantadas dúvidas sobre o papel do protagonista do filme no relativo ostracismo em que a obra mergulhou, não merecendo a fortuna crítica que obras como Deus e o Diabo na Terra do Sol e Terra em Transe viriam a ter. Glauber foi um militante de esquerda, mas aderiu à ditadura em seus estertores quando voltou ao Brasil, chegando a chamar o ideólogo da intervenção militar contra a pretensa República sindicalista, general Golbery do Couto e Silva, de "gênio da raça". O Sarney por ele filmado era da "Bossa Nova" da UDN, com tinturas pink, mas aderiu ao regime autoritário e, depois, se afastou dele para entrar na chapa que lhe pôs fim no colégio eleitoral.

Personagem e autor podem, assim, alinhar-se na galeria das "metamorfoses ambulantes" em que Luiz Inácio Lula da Silva se introduziu, inspirando-se em Raul Seixas, para justificar na prática sua adesão ao lema de Assis Chateaubriand, segundo o qual "a coerência é a virtude dos imbecis". Mas, com todo o respeito às boas intenções de quem entrou no debate, não é a incoerência do material do curta-metragem que interessa, e sim exatamente o contrário: a permanência das práticas denunciadas com a imagética bruta da fita sob a gestão do orador inflamado e empolado, que as usava para detratar seus antecessores, dos quais assumiu os mesmos vícios ao tomar-lhes o lugar nos braços do povo que, "bestializado", na definição de José Murilo de Carvalho, o ouvia e aclamava.

O autor deste texto é glauberiano de carteirinha: presidi o Cine Clube Glauber Rocha em Campina Grande um ano depois de o curta ter sido produzido, mas nunca me interessei por ele. Graças ao mesmo YouTube que trouxe de volta obras-primas perdidas da música para cinema no Brasil, como as trilhas de Sérgio Ricardo para Deus e o Diabo na Terra do Sol e de Geraldo Vandré para A Hora e a Vez de Augusto Matraga, Maranhão 66 emergiu. E despertou o debate errado: não importa se Glauber exaltou ou execrou Sarney nem se este foi elogiado ou ludibriado pelo cineasta contratado. Interessa é perceber a genialidade da peça cinematográfica no que ela tem de mais poderoso: a constatação de que a cena de um homem fazendo um penico de prato antecede outra em que urubus sobrevoam um lixão, ao som da retórica barroca e vazia de um demagogo, retratando o Maranhão daquela época e, sem tirar nem pôr, o Brasil de agora.

Sarney, que preside o Senado e o Congresso e põe no Ministério do Turismo de Dilma Rousseff quem lhe apraz, é o símbolo vivo do Brasil em que, no poder, o PT da presidente, associado ao saco de gatos do PMDB do senador pelo Amapá, mantém incólume "tudo isso que está aí" e que Lula prometeu a seus devotos exterminar. O problema do filme feito para exaltar a esperança no jovem político que assumiu o poder prometendo mudar tudo não é ter seu diretor traído, ou não, o acordo feito com o financiador ao expor as mazelas que ele garantiu que acabaria e não acabou. A tragédia é que nada mudou.

E não é o caso só de Sarney. A vassoura com que Jânio Quadros varreria o Brasil terminou sendo posta atrás da porta do Palácio do Planalto para expulsá-lo do poder. O caçador de marajás Fernando Collor foi defenestrado sob a acusação de ter executado com desenvoltura as práticas daninhas que usou como chamarizes para atrair eleitores incautos e, depois do período sabático fora do poder, voltou ao Congresso para bajular os novos guardiães dos cofres da viúva. E estes também desempenharam com idêntico cinismo o papel de restauradores da moralidade que engrossaram o caldo sujo da malversação do erário, primeiro, sob Luiz Inácio Lula da Silva e, depois, sob Dilma Rousseff, cuja meia faxina em nada fica devendo aos arroubos de falso moralismo de antanho.

Desde sempre, vem sendo cumprida a verdadeira missão dos políticos no poder no Brasil sob qualquer regime e com qualquer bandeira partidária: "O Estado brasileiro usa as leis para manter os maus costumes", definiu, magistralmente, o antropólogo Roberto DaMatta na entrevista das páginas amarelas da Veja desta semana. Foi por isso que aqui se inverteu o aforismo de Heráclito de Éfeso: o rio em que nos banhamos tem sido emporcalhado a jusante por quem promete limpar a água - Sarney, Jânio, Collor, Lula, Dilma, etc.

José Nêumanne
Jornalista, escritor, é editorialista do 'Jornal da Tarde' - O Estado de S.Paulo

PCdoB em Imperatriz faz ato de filiação em Imperatriz com presença de Flávio Dino

O Diretório Municipal do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) anunciou para dia 30, sexta-feira, às 19h, no auditório da Fama, um grande ato de filiação com a presença da sua maior liderança Flávio Dino, atual presidente da Embratur.

O evento marca também a filiação do vereador Edmilson Sanches, que deixa o ninho tucano para concorrer à prefeitura de Imperatriz pelo PCdoB. Não muito menos importante, os ex-petistas Carlos Hermes e Isnande Barros (que já foi presidente do partico local), também assinam a ficha de filiação.

Nomes como dos professores Marclo Aurélio, Adonilson e Nilson serão lançados oficialmente como vereadores. Engrossam o caldo cerca de mais 20 outros filiados. A repórter Luzia Sousa chegou a ter seu nome ventilado para sair candidata a vereadora pelo PCdoB. O contato fora feito pelo também jornalista Frederico Luiz, que apesar de ser filiado no partido, presta assessoria ao deputado Carlinhos Amorim, pretenso candidato a prefeito pelo PDT.

“Estamos confiantes na possibilidade de eleição de vereadores pelo espaço político conquistado e pela qualidade dos nossos candidatos. Na eleição majoritária, acreditamos que uma candidatura alternativa, com propostas concretas e com a defesa da ética, pode surpreender”, comentou com o blogueiro o presidente do PCdoB local, Clayton Noleto.

Aliás, para Noleto, a presença de Flávio Dino tem intensa contribuição para melhor êxito da sigla no próximo ano. “Flávio Dino é o grande nome da oposição no Maranhão, tem uma trajetória limpa, competente e ética. Imperatriz já deu demonstrações firmes e inequívocas de que não se curva à família Sarney. Neste cenário, Flávio Dino tem uma participação muito importante para o fortalecimento das nossas candidaturas. A cidade pode chegar à conclusão de que precisamos viver um novo momento político que chegou à hora de dar oportunidade a novos atores políticos; idéias novas, novo fôlego, novas perspectivas”, observou.

Alguns representantes de outros partidos como PT, PSB, PSOL, PDT e PPS foram convidados a prestigiar o evento. São siglas que estão enamorados há tempos, a fim de fazer uma grande coligação, ainda que na prática, a tradução esteja com o PT e o PSOL, que por sua vez pleiteia para si a área da cultura, caso o PCdoB assuma o governo municipal.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Carlinhos e Valéria refutam fala de Bacelar sobre Imperatriz

Cláudio Brito/ Agência Assembleia


O líder do PDT na Assembleia Legislativa, deputado Carlinhos Amorim e a deputada Valéria Macêdo (PDT) ocuparam a tribuna da Casa na tarde desta segunda-feira (26), para refutarem as recentes declarações do deputado Magno Bacelar (PMDB), acerca da cidade de Imperatriz, localizada na região Tocantina.

O vice-líder do governo na Assembleia Legislativa disse, durante a sessão especial sobre os investimentos do programa “Saúde é Vida”, que a cidade de Imperatriz não precisava do benefício do governo do Estado, porque está localizada nos “cafundós do Judas”.

Para Carlinhos Amorim, em que pesem a retratação do deputado Magno Bacelar, feita na sessão de hoje, é sua obrigação, como filho e representante de Imperatriz, refutar as declarações, que causaram mal estar na população da maior e mais importante cidade da região Tocantina.

De acordo com Carlinhos Amorim, a cidade de Imperatriz se encontra hoje numa condição privilegiada, por ser a segunda maior cidade do Maranhão, ter o maior numero de habitantes e de eleitores e que, ao longo dos anos, muito contribuiu para o crescimento econômico do Estado.

Carlinhos confessou que foi doloroso ouvir Magno se dirigir á Imperatriz daquela forma na sessão especial. “Refuto essas palavras como fiz com o repórter Roberto Cabrini, do SBT que, durante reportagem, declarou que Imperatriz é a capital da pistolagem”, assinalou.

BENEFÍCIOS

Por outro lado, a deputada Valéria Macêdo (PDT) elogiou a humildade de Magno Bacelar que, durante pronunciamento na tribuna da Assembleia, se retratou e pediu desculpas à população de Imperatriz pelas infelizes declarações dadas na sessão especial da Assembleia.

Valéria Macedo observa que ao contrário do que disse o deputado Magno Bacelar, a cidade de Imperatriz é a porta de entrada do Maranhão, e uma espécie de capital de mais de 23 municípios que formam as regiões Tocantina e Sul do Estado.

A parlamentar informa que a cidade de Imperatriz precisa de investimentos do governo do Estado no setor de saúde. “Precisamos de um hospital de alta complexidade, um curso de medicina da UFMA e outros benefícios no setor de infraestrutura”, disse.

domingo, 25 de setembro de 2011

Pastor Porto esquece Jackson Lago e enaltece José Sarney

O ex-vice governador do estado do Maranhão e pretenso candidato a prefeito de Imperatriz, deu uma bola fora hoje. Pastor Porto em seu facebook postou dois comentários a cerca do Capital Inicial no Rock in Rio. No primeiro foi um pouco superficial, mas disse que Sarney está colhendo o que plantou. Mas no segundo post, o desastre é sem igual. Em um leitura mais cuidadosa, até dá pra entender que Porto está querendo se jogar no colo do senador José Sarney.

Na síntese mais pura da devoção religiosa, pede em oração que a graça recaia no coração do "grande maranhense". E na antítese política, fala que "quando criança, foi a primeira pessoa a recepciona-lo no aeroporto de Imperatriz". Caramba Porto, por favor. Quando eu era criança, Sarney já era o bicho papão que a gente orava pra não ser assutado por ele quando dormíamos.

O título do post aqui pode até ser capcioso, pois é intencional, mas não nega a história da política maranhense. Em respeito a memória, que o sono de doutor Jackson Lago não seja perturbado.

O leitor pode fazer sua interpretação a cerca do comentário do Pastor Porto, mas lembre-se do que Dinho falou lá no Rio de Janeiro: "A regra básica é nunca confie em um político".

"Alguém pensa que me alegro com a desmoralização nacional do presidente Sarney? De modo nenhum! Tenho tristeza e vergonha. Tristeza, porque quando criança, fui a primeira pessoa a recepciona-lo no aeroporto de Imperatriz, na sua campanha de governador. A propósito, entreguei-lhe um exemplar de um dos meus livros, contendo um capítulo que conta essa historia. Guardo na memória a alegria de criança por ter pego na mão do Sarney. E da bela música: "meu voto é a minha lei, governador, José Sarney". Vergonha, porque poderia estar hoje com a cabeça erguida, andando por esse Brasil, exaltando os feitos do grande maranhense. Infelizmente não posso elogiar. E só ouço chacota! Como eu gostaria que a historia do Sarney fosse o retrato daquela minha impressão quando criança. É lamentável, presidente, quase todas as oportunidades desperdiçadas! O seu talento e inteligência nas mãos de Deus seria uma explosão de milagres para o Maranhão e para o Brasil! Hoje, domingo, dia do Senhor, peço ao presidente Sarney que consagre os poucos dias que lhe restam para servir a Deus e ao povo, de todo coração. Amém!"

Ao som de "Que país é esse?", público do Rock´n´Rio manda Sarney tomar em Maracaju

“Tinha três coisas que a gente fazia quando éramos garoto. Que a gente se amarrava. Era andar de skate, ouvir rock´n´roll e falar mal do governo. Na verdade os anos foram se passando e gente descobriu que gostava de falar mal de qualquer governo, f...-se! Fosse ele qual fosse, de esquerda, de direita. Todos são iguais! A regra básica é: nunca confie em um político. Essa aqui é para as oligarquias que parecem ainda governar o Brasil, que conseguem deixar os grandes jornais brasileiros censurados durante dois anos como o Estado de São Paulo. Coisas inacreditáveis!!! Essa aqui é para o Congresso Brasileiro. Essa aqui em especial para José Sarney. Isso aqui se chama ‘Que país é esse?’"

Obrigado Dinho, às vezes esqueço de fazer o mesmo.

Bakana foi ouvir a galera falando pro Sarney tomar algo em Maracaju, município brasileiro do estado de Mato Grosso do Sul. Rá!

Fato curioso foi que ontem, eu e a patota estávamos acompanhando o show do Capital. Quando Dinho detonou o discurso acima, um grande amigo-irmão retrucou: "poxa, não gostei, o cara falando mal do meu estado, do Sarney. Eu votei foi na Tia Roseana". Ao concluir a frase, a cadeira onde ele estava simplesmente quebrou! O brother caiu no chão com os pedaços da cadeira de plástico voando pra todo lado. Nem preciso dizer que a turma caiu também, mas foi na risada. "Vai doido, defender Sarney, o Jackson Lago puxou teu pé", falei.