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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Bloco do Imprensa “convoca” foliões para reunião

Em 2012 o Bloco do Imprensa entra para seu terceiro ano de folia, caminhando para ser uma movimentação tradicional no Carnaval de rua em Imperatriz.

Elaborado com objetivo de confraternização entre os profissionais da imprensa local (TVs, rádios, portais, sites, agências etc.) uma semana antes do grito carnavalesco oficial, o bloco relembra as antigas machinhas percorrendo as primeiras ruas da cidade antiga, além de arrecadar alimentos para entidades de ação social.

Hoje, sexta-feira (20) às 19h30 acontece a primeira reunião oficial do Bloco. O local escolhido é a Praça União, mas precisamente no bar carinhosamente chamado de “Peixe Pôdi”, capitaneado pelo colecionador de LPs Lourival Neto, onde ali foi constituído um verdadeiro ponto de encontro de colecionadores de boa música.

O “Peixe Pôdi” foi escolhido pelos organizadores como ponto de partida do Bloco esse ano. Nas edições anteriores, a concentração ocorreu no Bar do Seu Olímpio e Boteco do Frei, respectivamente. Os locais escolhidos fazem referência à parte antiga de Imperatriz e por ter ligações intrínsecas com os antigos carnavais.

O convite é estendido a toda comunidade, não limitando somente aos profissionais da área, afinal de contas, é um movimento de vanguarda, familiar e da diversão em bem-comum.


01 Zeca Tocantins - Maranhão do Sul.wma

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Casal improvisa moradia em marquise do estádio municipal de Imperatriz

Não existe uma fórmula pronta para efetivar ações sociais por parte do poder público para atender a imensa demanda que se alastra por urgência nos municípios brasileiros, do qual é com os programas do governo federal que tais ações encontram mais do que retaguarda, tendo em vista que a contrapartida por parte dos gestores locais é a conta-gota.

Em Imperatriz não é diferente. Se por um lado a sombra do governo federal favorece parceria, é a “zona de conforto” que engessa ações mais práticas e/ou corriqueiras. É o caso dessa denúncia levado a cabo por uma leitora do blogue, onde há três dias – segundo vizinhos – um casal encontrou na marquise do estádio municipal um abrigo.

A moradia improvisada não só é degradante do ponto de vista social, como também deixa claro que a paisagem - ali no centro da cidade aos olhos de todos – é uma circunstância do acaso, algo “normal” ou da costumeira expressão “é assim mesmo”.

Segundo apurado, o casal apenas retorna a "moradia" de noite, mas não se dão nem o trabalho de deixar a "cama" (ou ninho, pra ser mais carinhoso) organizado. No local também encontra-se algo que pode-se supor como mantimento para "mais tarde".

Não custa lembrar que ocupações assim, ignoradas pela ordem inversa dos valores, é que geram as favelas e a cracolândia de amanhã.

Duro também é pensar que a normalidade do acaso é unicamente responsabilidade da secretaria de ação social do município, tendo em vista que recentemente assumiu um novo secretário para a pasta de esporte, que pelo jeito ainda não conhece seus novos inquilinos... a vizinhança do estádio do qual reluz e ao mesmo tempo ofusca “o mais no mesmo”.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Campanha do Sindileite contra o leite clandestino

André Luís de O. Cavaignac

O Sindicato das indústrias de leite do Maranhão, com o apoio da Promotoria de justiça de defesa do consumidor de Imperatriz-MA realizam campanha contra o leite clandestino, aquele que é vendido pelas ruas, nos famosos latões.

A comercialização de leite "no latão" é um risco a população. O perigo é a falta de segurança da qualidade do leite. O risco de contaminação microbiologica através da sua manipulação inadequada é muito grande, sendo este fato potencializado pelo transporte no latão, que piora ainda mais a qualidade final do produto.

Para um leite que não sofreu nenhum tipo de tratamento térmico, a falta de refrigeração durante o seu transporte é o "atestado de óbito" do produto, onde esse leite atinge níveis de multiplicação microbiana altíssimos, tão altos que a tradicional "fervura caseira" não consegue diminuir estes índices a níveis aceitáveis para o consumo. Além disso, o tratamento térmico não é eficaz para certas toxinas produzidas pelos microorganismos, que se mantém no leite mesmo após a fervura, causando DTAs.



O leite clandestino tem desconhecido seu tempo de retirada, não tem nenhum tipo de rastreabilidade e não há um controle mínimo de qualidade assegurada em relação aos seus produtores. Ao contrário dos latícinios regulares, que possuem laboratórios de controle de qualidade para a recepção da matéria-prima e um controle de fornecedores.

Já o queijo clandestino, além de herdar os problemas do leite clandestino do qual é feito, é fabricado com insumos inapropriados, sendo registrado até o uso de sal bovino. Possui uma produção precária, realizada em ambientes mal-preparados (mesas de madeira, colaborador mal preparado, desprotegido). A embalagem do queijo clandestino é realizada de forma errônea, sem um controle de data de fabricação, origem, tabela nutricional, produtor, local de produtor e empresa responsável e sem nenhum tipo de sifagem.

Outro ponto importante da campanha é que retirando este produto do mercado, não só evita o consumidor ter acesso direto a estes produtos, mas evita o acesso indireto. Alguns proprietários de Unidades de Alimentação, como restaurantes, pizzarias e lanchonetes, usam de ma-fé e se abastecem desses produtos para sua produção, por serem mais baratos. Desta forma, trazem riscos ao consumidor e que este consumidor, infelizmente, corre sem saber.

O único porém, da campanha, fato que ja tive a oportunidade de comentar junto ao promotor do consumidor, Sandro Bíscaro, é a confusão no uso do termo técnico in natura como sinônimo de clandestino. Há leis dos orgãos da saúde que regulamentam a comercialização dos produtos in natura, sua rotulagem, etc.
Desta forma, não necessariamente o produto in natura, é clandestino, pois é um produto que pode ter sua regulamentação adquirida nos orgãos responsáveis e estar de acordo com seu respectivo PIQ e demais exigencias legais.

Vamos divulgar, pois esta campanha é de interesse de todos, e principalmente da população que não pode mais ser lesada e colocada em risco.

Indústria & Tecnologia de Alimentos