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sábado, 24 de novembro de 2012

Cinco das dez piores escolas do país estão no Maranhão

Das dez piores escolas do país, cinco são colégios públicos do Maranhão, segundo os dados do Ranking do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quinta (22).

Imagem meramente ilustrativa
Além das notas do Enem, outro dado preocupa os educadores. Os índices obtidos pelas cinco piores escolas do Estado estão em uma curva decrescente. As médias estão caindo a cada ano, desde 2010.

O Centro de Ensino Aquiles Lisboa, em São Domingos do Azeitão, considerada a pior escola do país, despencou mais de 70 pontos em dois anos. Para a psicóloga, Teresa Pecegueiro, além da ausência da família no processo educacional, a constante troca de gestores à frente da Secretaria de Estadual de Educação (Seduc) dificulta a elaboração de ações. Em três anos, foram cinco gestores.

"Cada vez que chega um secretário, os projetos não são concluídos. Esse emaranhado de coisas deixa muito a desejar para a educação. Se você não completa um projeto, não tem como ter sucesso", opinou Teresa.

O atual secretário, Pedro Fernandes, acredita que os recursos humanos e financeiros são suficientes para elever as notas no próximo ano. As ações para remediar os danos começam na próxima semana, com a visita de uma comissão a escola que registrou a pior nota do exame.

"Na segunda-feira (26), eu vou conhecer a Escola Aquiles Lisboa que, infelizmente, foi a última colocada. Vamos conversar com os alunos, vamos conversar com os professores, com a direção da escola, com a direção regional. Vamos sentir realmente qual é o problema e tentar consertar, não só para a Aquiles Lisboa, mas para todas as escolas do Maranhão", garantiu o secretário.

Do G1 MA com informações da TV Mirante

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Maranhão tem pior PIB per capita do país, informa IBGE

O estado do Maranhão apresentou o menor Produto Interno Bruto (PIB) per capita no Brasil em 2010, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi de 6 888,60 reais. Já o maior PIB per capita do país é o do Distrito Federal, com 58 489,46 reais.
Rua sem asfalto e com erosão, no bairro São Francisco, na periferia de Balsas, no Maranhão
(Foto: Cristiano Mariz)

"O menor PIB per capita era o do Piauí, agora é o do Maranhão", disse Frederico Cunha, gerente da Coordenação de Contas Nacionais Anuais, explicando que o crescimento da população no Maranhão foi maior que a do Piauí e, como a expansão do PIB não a acompanhou, o PIB per capita maranhense ficou menor.

De qualquer maneira, a segunda pior posição na lista de PIB per capita ficou com o Piauí: 7 072,80 reais. O estado de Alagoas ficou em terceiro lugar, com um PIB per capita de 7 874,21 reais. "A concentração dos menores PIBs per capita é nas regiões Norte e Nordeste", declarou.

Já a performance do Distrito Federal é explicada pela baixa densidade populacional aliada ao elevado nível de renda. "A fatia do Distrito Federal no PIB é muito maior que a fatia da região no total da população. O PIB per capita do Distrito Federal é três vezes maior que o do Brasil", acrescentou o especialista.

Melhores e piores resultados – O PIB per capita do Distrito Federal é ainda duas vezes maior que o de São Paulo, de 30 243,17 reais, o segundo estado no ranking.

No total nacional, o PIB per capita é de 19 766,33 reais. Em 2010, sete unidades da federação tiveram resultado acima da média nacional: Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Paraná.

Concentração – Apesar do ligeiro movimento de desconcentração da riqueza no país, oito unidades da federação ainda concentram 77,8% do PIB brasileiro: São Paulo (33,1%), Rio de Janeiro (10,8%), Minas Gerais (9,3%), Rio Grande do Sul (6,7%), Paraná (5,8%), Bahia (4,1%), Santa Catarina (4,0%) e Distrito Federal (4,0%).

Na direção oposta, os dez estados com as menores participações no PIB somavam uma fatia de apenas 5,3% da geração total de riqueza, relatou o IBGE. Todos estavam localizados nas regiões Norte e Nordeste: Rio Grande do Norte (0,9%), Paraíba (0,8%), Alagoas (0,7%), Sergipe (0,6%), Rondônia (0,6%), Piauí (0,6%), Tocantins (0,5%), Acre (0,2%), Amapá (0,2%) e Roraima (0,2%).

No entanto, o grupo ganhou participação de 0,3 ponto porcentual no PIB em relação a 2002, enquanto o grupo dos oito estados mais ricos perdeu 1,9 ponto porcentual.

Já o grupo intermediário, formado pelos nove estados restantes, abocanhava 16,9% do PIB: Goiás, Pernambuco, Espírito Santo, Ceará, Pará, Amazonas, Mato Grosso, Maranhão e Mato Grosso do Sul, todos com participações entre 1,2% e 2,6%. A fatia do grupo intermediário foi a que mais cresceu entre 2002 e 2010, em 1,5 ponto porcentual.

Norte — Entre as regiões, o Norte foi o que mais cresceu na passagem de 2009 e 2010, com alta de 9,9%. No mesmo período, o PIB brasileiro registrou expansão menor, de 7,5%. Tanto no Sul quanto no Sudeste, o aumento no PIB foi de 7,6%, enquanto o Centro-Oeste cresceu 6,2%, e o Nordeste expandiu-se em 7,2%.

Na região Norte, o destaque foi Tocantins, com crescimento de 14,2% ante 2009 – a maior expansão entre as 27 unidades da federação. O Tocantins foi o estado que mais cresceu entre 2002 e 2010: 74,2%.

Houve destaque também para Rondônia e Acre, com expansão de 63,9% e 61,6%, respectivamente. Como resultado, no mesmo período, a região Norte destacou-se entre as demais, com alta de 53,2% no PIB.

No Sudeste, destacaram-se Espírito Santo (13,8%), Minas Gerais (8,9%) e São Paulo (7,9%), puxado pela indústria de transformação. Já o Rio de Janeiro ficou bem abaixo da média nacional, com alta de 4,5%. No Sul, o Paraná teve alto crescimento, de 10%.

Entre 2002 e 2010, o Brasil cresceu 37,1% em volume do PIB, uma média anual de 4,0%. O Nordeste teve expansão de 42,4%; Centro-Oeste aumentou 45,9%; Sudeste evoluiu 35,6%; e Sul teve alta de 29,5%. Em oito anos, os Estados que menos cresceram foram Rio Grande Sul (24,3%), Rio de Janeiro (25,6%) e Santa Catarina (30,1%).

(Portal Veja com Estadão Conteúdo)

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

“AL CAPONE”: Polícia Federal poderá prender conhecido dono de emissora envolvido em crimes contra a ordem tributária

Do blog Holden Arruda

Inquérito deflagrado pela Polícia Federal, em atenção à determinação da Procuradoria da República, para apurar diversos crimes contra a ordem tributária, dentre eles, fraude do imposto de renda, sonegação fiscal e previdenciária, e lavagem de dinheiro, tudo pilotado por um conhecido dono de um canal de televisão de Imperatriz, ganha fôlego.

Documentos revelam que imóveis supervalorizados, situados em setores de grande especulação imobiliária, que abrigam restaurantes de luxo, pizzarias, lava jato, casas noturnas, empresas de publicidade, buffet, bares, lanchonetes, clube de veraneio, centro esportivo, mansões, dentre outros, encontram-se registrados em nome de laranjas e/ou de antigos proprietários. Agora, tudo na mira dos federais.

Estima-se que a soma de todos os imóveis ultrapasse a casa dos 50 mil metros quadrados e que o valor do patrimônio é de no mínimo 35 milhões de reais.

Resta, ainda, a contabilidade de dividendos auferidos com alugueis, subvenções públicas, verbas publicitárias, propinas e outros mimos gulosamente embolsados pela estrutura delitiva.

Além de imóveis e seus rendimentos, sabe-se, ainda, que o conhecido sonegador detém carros, caminhões, parafernália de som e luz, palco, tenda giant, banheiros químicos e telões, bens que não aparecem no imposto de renda do audaz criminoso, dono uma fortuna não tributada.

Sem dúvida, a fraude é gigantesca e, certamente, levará o “Al Capone” de Imperatriz à cadeia e a uma voraz vultosa execução fiscal, com a indisponibilidade de um patrimônio sabidamente construído às custas de muita pilantragem e safadeza, resultado de anos de chantagem e extorsão.

Imperatriz bate recorde nacional de horas contínuas jogando badminton

Guilherme Barros

Com a marca de 72 horas, imperatrizenses reconquistam o posto de recordistas nacionais praticando a modalidade por horas continuas na Terceira Maratona de Badminton. Durante as manhãs, tardes, noites e madrugadas, mais de 750 pessoas se revezaram nas quatro quadras instaladas no ginásio da escola Santa Teresinha.

Atletas de Imperatriz e de Teresina fizeram a festa
(Foto: Kezianne Hellen)
Wallace Fróes, coordenador do evento, explica de onde veio a ideia de fazer uma maratona, onde o foco não fosse a competição e as tradicionais medalhas, mas sim um evento onde todos pudessem jogar. “Sem aquela obrigatoriedade de vencer, temos um intercâmbio onde qualquer pessoa pode entrar em quadra, independente da idade, do tempo de prática ou nível técnico”.

Durante o dia, tanto pela manhã, quanto pela tarde, haviam dezenas de jovens e crianças com raquetes na mão, trocando petecas. Não bastassem as quatro quadras tendo jogos, nos espaços entre elas, nas laterais e nas arquibancadas, também era possível ver pessoas brincando.

De acordo com o coordenador do evento, esse grande número de jogadores ia diminuindo gradualmente até a madrugada. “Depois de meia noite nós temos o horário crítico. Aqueles que jogaram durante o dia inteiro estão em casa dormindo, poucos conseguem seguir madrugada adentro. No dia 16, das duas às seis e meia da manhã, menos de sete atletas se revezaram em duas quadras para que os jogos não fossem interrompidos”.

Na segunda madrugada, o número de atletas já era um pouco maior que na primeira. Na última, mais de 25 jogadores trocaram o dia pela noite dando petecadas. Segundo Wallace, dois episódios fizeram-no pensar que a marca não seria atingida. “Na sexta-feira, parte da cidade teve uma curta queda de energia e os refletores se desligaram. Fiquei bestificado quando vi dezenas de atletas jogando no escuro. A luz dos postes da rua era o que nos permitia enxergar as petecas. No último dia, uma chuva com fortes ventos caiu, parte da quadra ficou encharcada, o vento dificultava bastante o jogo, mas ninguém parou”.

No domingo, pela manhã, depois de chuva, ventos, quedas de energia e cansaço, todos estavam ansiosos pelo anúncio oficial de que a marca fora atingida. Às 8h30 já havia uma equipe de televisão local aguardando o fim da maratona. Um membro da comissão organizadora ficou encarregado de apitar quando chegasse a hora, outros quatro se posicionaram nos cantos da quadra, cada um com um canhão de confetes e, às 09h, era possível, mesmo de longe, ouvir a festa dos mais novos recordistas nacionais.

Competição

Dentro do evento foi organizado um torneio com disputas simples (masculino/feminino) e em duplas (masculino/feminino/mistas), sempre com início às 20h. Na quinta-feira, foram realizados os jogos individuais, o pódio foi todo de Teresina. No segundo dia, foi a vez das duplas (exceto a mista) e os dois primeiros lugares foram de Teresina novamente, porém, duas duplas imperatrizenses conseguiram o bronze. Wilson e Alan Neto de um lado, Janielle e Aline de outro. Na sexta-feira, na competição mista, os piauienses voltaram a dominar o pódio.

Em 2010, na primeira edição da maratona, os atletas atingiram a marca de 27 horas, quebrando o recorde carioca de 24 horas sem parar. Já em 2011, quebrando o próprio recorde, os imperatrizenses conseguiram 30 horas de jogo. Inspirados pelo feito maranhense, atletas de Teresina – PI levaram a ideia para lá e organizaram, neste ano, uma maratona de 31 horas. Ainda em 2011, Arapongas – PR deixou todos para trás, conseguindo significativas 50 horas.

Ismael Silva, atleta piauiense que já havia participado de competições em Imperatriz (inclusive da segunda edição da maratona) levou a ideia para Teresina, possibilitando a realização do Heróis da Resistência – 31 horas. “Eventos como esse são importantes até pra gente ver o nível do badminton na cidade. Fiquei impressionado com a quantidade de participantes aqui. Nem em Teresina, onde o esporte é tradicional, forte e com projeção nacional, nós tivemos tantos inscritos”.

(Imperatriz Notícias)

terça-feira, 20 de novembro de 2012

A presença negra em Imperatriz

Adalberto Franklin

O povoamento dos sertões ao sul do Maranhão se deu através da frente colonizadora nascida com as entradas patrocinadas a partir da segunda metade do século XVI pela Casa da Torre, fundada no forte de Tatuapara por Garcia d'Ávila, o jovem "feitor e almoxarife da cidade do Salvador e Alfândega", suposto filho de Tomé de Sousa. Garcia d'Ávila foi o primeiro criador de gado do Brasil; recebera do dito pai, em 1549, um casal de gado. Era um "empreendedor". No final da década de 1950, já era "o homem mais rico e poderoso da Bahia". Dono de um exército de milhares de índios Tupinambá e mamelucos, Garcia d'Ávila usava-os para promover guerras contra os "tapuias" e alargar suas posses, onde fundava novas fazendas.

Subindo ao largo do rio São Francisco, avançando pelos sertões, o morgado dos Ávila, através de sucessivas gerações, chegou ao sul do Piauí, no final do século XVII, onde fez devassa, exterminou os índios e apoderou-se das terras, estabelecendo dezenas de fazendas, entregues aos cuidados de arrendatários, foreiros e posseiros. No início do século XVIII, os tentáculos de Garcia d'Ávila atravessaram o Parnaíba e se instalaram nos "pastos bons", onde fundaram a povoação de mesmo nome e, a partir daí, inicia-se o povoamento do sul do Maranhão.

"Seu Severino", um dos fundadores do Cavalo de Aço

Bandeiras da vila de Pastos Bons, na primeira década do século XIX, saíram em conquista das terras sul-maranhenses. Estabeleceram fazendas e fundaram povoações: Riachão, São Pedro (Carolina) de Alcântara e Chapada (Grajaú) foram as primeiras. Em toda essa marcha dos criadores para o este, da Bahia ao Maranhão, por quase três séculos, a presença do negro era insignificante. A Casa da Torre estabelecera um sistema de criação em que utilizava, prioritariamente, o caboclo, mestiço de índio com branco, mais adaptado ao campeio e à labuta sertaneja. Os índios se mostravam menos adaptável a essa lida e mais afeitos às guerras, a uma vida mais erradia, por isso costumavam integrar os contingentes bandeirantes. Os negros escravizados tinham preço muito elevado e encareceriam os custos da criação do gado, por isso estavaram mais restritos ao eito dos engenhos de cana-de-açúcar e a serviços domésticos das ricas famílias das cidades. Ademais, o costume era fundar-se uma fazenda e entregá-la a um vaqueiro que, com sua família, assumiam todos os trabalhos, custos e riscos da empresa, num sistema de paga por quarteio - a cada quatro animais nascidos, o vaqueiro se tornava proprietário de um, o que motivava o vaqueiro nessa árdua lida, na esperança de um dia poder, ele próprio, tornar-se também um fazendeiro. Esse sistema carecia, portanto, de homens livres, que pudessem assumir os encargos da tarefa.

Nos sertões maranhenses, a vida era geralmente modesta e espartana. Mesmo os maiores fazendeiros viviam modestamente, sem ostentação ou luxo. Muito até tomavam parte na lida com o gado. Poucos eram os verdadeiramente abastados e que tinham escravos a seu serviço. Apenas em Riachão, Carolina e Grajaú verificou-se maior incidência do negro escravo, mesmo assim, em número muito reduzido em comparação com o litoral e a Baixada maranhenses. A população era predominantemente cabocla, sertaneja, que se constituiu nessa epopeia de criadores no sertão nordestino.

No sudoeste maranhense, que começou a ser povoado a partir da fundação da povoação de Santa Teresa, atual Imperatriz, em 1852, por uma frente de colonização e aldeamento patrocinado pelo governo do Pará, a presença do negro foi ainda mais escassa. Protegida por uma confederação timbira que por quatro décadas, essa região somente sucumbiu ao avanço colonizador dos criadores por volta de 1850, coincidentemente no mesmo período em que Frei Manoel Procópio fundou a povoação de Santa Teresa.

Beneficiados e protegidos pelo trabalho catequético do frade carmelita, os criadores do Riachão, Carolina e Grajaú avançaram então pelas "matas gerais" do Tocantins, no território da nova povoação. Criadores e vaqueiros estabeleceram fazendas e, da mesma forma que seus ancestrais, utilizaram o sistema de parceria na criação do gado. Negros existiam, mas muito poucos; em sua quase totalidade, a serviço das casas-grandes, sedes das fazendas, ou na cidade, em outros ofícios.

Mas é certo que em Imperatriz, a principal vila do sudoeste maranhense, chegou a ter mais de uma centena de negros escravos, pouco antes do fim do cativeiro. A historiadora Edelvira Barros, no livro "Eu, Imperatriz", registra que essa vila teve um Junta Classificadora de Escravos e menciona a luta da negra forra de nome Alberta que trabalhou incansavelmente para comprar a liberdade de seus filhos.

É necessário dizer, também, que Imperatriz tem, em sua história, fortes marcas da presença de mulheres e homens negros que engrandeceram a cidade e a região. A começar do primeiro e destacado escritor, Manoel de Sousa Lima, ali nascido em 1889, um ano após a Lei Áurea. Sousa Lima, ou "professor Saboia", autor de várias obras, membro da Academia dos Novos de São Luís e da Casa de Humberto de Campos em Carolina, é patrono de várias academias de letras, em Goiás, Tocantins e Maranhão.

Também merecem destaque, o "coronel" Simplício Moreira, comerciante e maior líder político de Imperatriz no século XX; Severino Batista, fundador do primeiro sindicato de Imperatriz (o dos Arrumadores) e fundador da 'Sociedade Atlética Imperatriz, o "Cavalo de Aço"; o caxiense José Matos Vieira, fundador do jornal "O Progresso", e muitos outros e outras, pois diversas mulheres negras também influenciaram e deixaram/deixam sua marca na história de Imperatriz, principalmente educadoras, de ontem e de hoje: Adalgisa Moreno, Isaura Silva, Herly Sousa, Maria Luíza, Eró Cunha... e várias outras personas que fazem valer a consciência de negritude.
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*Adalberto Franklin é jornalista, historiador e editor literário. Autor de "Breve história de Imperatriz" e "Apontamentos e fontes para a história econômica de Imperatriz", dentre outros. Membro da AIL, da ALHERP; do IHGM.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Desenvolvimento: Imperatriz receberá hotel de mais de 11 milhões até o fim de 2015

As cidades de Imperatriz, no Maranhão e Viçosa, em Minas Gerais, ganharão os primeiros empreendimentos da Allia Hotels - uma das principais redes de administração de hotéis do país – com previsão de inauguração para 2015, os dois juntos somam investimentos de mais de R$ 20 milhões.

Vista da parte externa do Allia Gran Hotel Brasília Suítes
em Brasília-DF, investimento de 1 bilhão de reais.
(Foto: Reprodução)


Imperatriz (MA), receberá o Bristol Easy Hotel, de categoria super econômica, que contará com 114 apartamentos standard, área de eventos, restaurante e demais comodidades. O investimento total ultrapassa R$ 11 milhões e a inauguração está prevista para setembro de 2015.

Em Minas Gerais, o Bristol Viçosa Hotel, será de categoria midscale e terá 110 apartamentos, restaurante, área de eventos, entre outros serviços. Com previsão de entrega para julho de 2015, o investimento do empreendimento chega a R$ 9 milhões.

Imperatriz
Além de ser a segunda cidade mais populosa, atingindo mais de 250 mil habitantes, Imperatriz também é o maior centro comercial, energético e econômico do estado do Maranhão. A cidade possui o segundo melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Maranhão, por conta de seu notável desenvolvimento. Recentemente, a imprensa noticiou que a cidade de Imperatriz receberá a maior fábrica de celulose do mundo, prevista para ser inaugurada no quarto trimestre de 2013, que impactará significativamente a economia e o PIB local.

Viçosa
Com mais de 72 mil habitantes e 20 mil pessoas em sua população flutuante, Viçosa é composta, principalmente, por estudantes universitários. A cidade recebe alunos de vários lugares do país e é destaque também no calendário eventos científico-acadêmico, recebendo inclusive pesquisadores de fora do Brasil.

A Allia Hotels
Criada em outubro de 2010, a Allia Hotels conta com 28 hotéis em operação, espalhados pelos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiânia, Espírito Santo e Distrito Federal. Recentemente a rede anunciou investimentos de mais de R$ 700 milhões em novos hotéis no país. A previsão é que até o final de 2015 a Allia Hotels some mais 30 hotéis ao grupo.

Com atuação voltada para o segmento de turismo executivo, a Allia Hotels oferece diversas opções de hospedagem com preços competitivos e qualidade para receber clientes corporativos durante a semana, e o turismo de lazer nos finais de semana, além de dispor de empreendimentos de categoria superior.

(Assessoria)

Imperial Shopping prepara estrutura para receber shows promocionais

Para comemorar o sucesso do Imperial Shopping, o empreendimento traz duas grandes atrações. Serão dois grandes shows: a dupla Zezé di Camargo e Luciano se apresentam dia 24 de novembro e os palhaços Patati Patatá fazem a festa no dia 25 de novembro. A estrutura de palco já começou a ser montada e as apresentações serão realizadas no estacionamento do shopping.

Palco para receber os shows já está sendo montado com antecipação
(Foto: Divulgação)

De acordo com a organização do evento, a montagem teve início no dia 14 de novembro e deve estar pronta até o dia 23. O palco é feito para receber mega shows e tem uma área de 190 metros quadrados. Para os expectadores dos shows se divertirem com tranqüilidade e segurança haverá uma área livre de 9.000 metros quadrados.

No dia 24 de novembro, sábado, Zezé di Camargo e Luciano prometem encantar o público. A programação terá início a partir das 21h, com Juliano Reis e Jordão. E por volta, da meia noite a grande atração da noite deve adentrar ao palco. Já no dia 25 de novembro, domingo, Patati Patatá irão realizar uma animada festa para a criançada. A diversão começa a partir das 19h. Após a apresentação da dupla de palhaços a dupla sertaneja da casa comanda a festa.

O diretor do shopping, Adrianno Pinheiro, explica os critérios adotados para a escolha dos shows: “Optamos por trazer a dupla Zé di Camargo e Luciano pelo fato de Imperatriz e a Região Tocantina gostarem muito de música sertaneja e Patati Patatá foi escolhida por ser um fenômeno musical infantil tanto na internet quanto na televisão”.

Os dois eventos fazem parte da campanha promocional do shopping onde foram distribuídos 21 mil ingressos para o show de Zezé di Camargo e Luciano e 20 mil para Patati Patatá. A campanha teve início no dia 27 de setembro e encerou dia 15 de outubro.

“Desde o dia 14 começamos a montagem da estrutura de palco para a realização desses dois mega shows, e agora entraremos com a campanha de divulgação em toda cidade, Facebook, Twitter e no site do Imperial”, afirma Rayanne Oliveira, analista de planejamento de eventos.

A recepcionista Luana Oliveira não esconde a ansiedade em participar do show. “Eu adorei essa promoção do shopping, pois sou fã do Zezé di Camargo e Luciano. E ao longo da promoção adquiri muitos ingressos e garanti não só a minha diversão mais da família inteira”.

O shopping funcionará normalmente durante os dois dias do evento, com as lojas abertas de 10 às 22 horas. Para o estacionamento dos veículos será utilizado à parte da frente do shopping e o estacionamento interno, no subsolo.

(Assessoria de Imprensa)