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sábado, 14 de agosto de 2010

Vereador e delinqüente juvenil

Um dos mentores do tumulto e atos de violência acontecidos na UEMA no lançamento do livro “Honoráveis Bandidos” do jornalista Palmério Dória, é o vereador e delinqüente juvenil Assis Filho, da cidade de PIO XII. Líder nato, usou as buchas de canhão para gerar a confusão, ocultando-se da multidão, afinal de contas, nem lá dentro da UEMA o marginalzinho apareceu. Em seu blog, Assis Filho parece mais um deficiente mental (que me perdoem os acometidos por tal infelicidade) ao relatar o que aconteceu dentro e fora da UEMA. Agora ficou mais fácil identificar a fonte de Décio Sá, foi de Assis Filho que ouviu tantas mentiras e jogou aos ventos. O título do seu post é irônico: “SERÁ SE PALMÉRIO DÓRIA AINDA TERÁ CORAGEM DE LANÇAR SEU “LIVRO” NO MARANHÃO?”. E eu pergunto: Será que eles têm coragem de voltar a Imperatriz depois de levar uma dura da Polícia Militar e a indiferença como resposta à violência por eles gerada?

Lunático, chefe de gangue, mentiroso, maníaco depressivo, são algumas das características facilmente identificáveis no vereador Assis Filho. Negar que o evento continuou sem maiores problemas depois que eles foram expurgados da UEMA, que uma fila quilométrica se formou para Palmério autografar o livro, é tentar esconder a luz do sol com peneira.

Acredito que Palmério e sua editora estão muitos felizes, com uma propaganda destas, ficou mais fácil vender o livro. Se a intenção é ocultar o cadáver do moribundo velho decrépito - para o bem da democracia e propagação da informação - não funcionou.

Façam uma visita sutil e hospitaleira ao blog do capacho mirim: http://vereadorassisfilho.blogspot.com/

Décio Sá: a galinha e seus ovos

A versão do jornalista Décio Sá sobre o tumulto na UEMA promovido por delinqüentes patrocinados pela turma do Sarney é no mínimo a tradução lógica e representativa do que é Décio Sá: escroque, bufão e capacho. Em seu blog ele escreveu:

“Centenas de jovens representando várias entidades juvenis acabaram de invadir o lançamento do livro de Palmério Dória com ataques ao presidente do Senado, José Sarney, em Imperatriz. (...) Os jovens começaram a atirar ovos e tortas no escritor, gritando palavras de ordem em apoio a Sarney. (...) A confusão começou quando um estudante entrou no auditório de sutiã, meia-calça e vestido numa calcinha fazendo imitações de Dória. Foi estopim de uma “chuva” de ovos e tortas jogadas na direção do escritor. Ele foi xingado e se refugiou embaixo da mesa. Na seqüência deixou o local correndo e voltou para o hotel num carro da polícia.”.

De onde Décio, baluarte do jornalismo da ilha, tirou as tortas? Não foram arremessadas nenhuma. E ovos? Meia dúzia apenas. Chuva?! Só se for de cassetetes e pancada que “as centenas de jovens de várias entidades” levaram. Aliás, várias entidades? Putz, eles estavam lá empunhando uma faixa da ilustre Fejuma (Federação da Juventude Maranhense), uma piada, com certeza. Inclusive, cabe aqui uma ação judicial para tal federação, promotora de vandalismo e desordem pública. Outra falácia comum ao texto diário de Décio, foi dizer que Palmério “se refugiou embaixo da mesa” e que “deixou o local correndo e voltou para o hotel num carro da polícia”. Caramba, que mentira das grossas. Nem embaixo da mesa Palmério se escondeu e muito menos foi para o hotel em carro de polícia após o evento. Foi na Av. Beira-Rio saboreando uma bela pescada que Palmério ali estava até altas horas da madrugada.

Décio continua suas mentiras em outro post, alegando que “foi iniciado com uma hora e meia do horário marcado, que era às 20h, por falta de público”. O nobre carrapato só não informa que foi instalado um telão no pátio da UEMA, pois o auditório estava lotado lotado. Ele ainda teve o trabalho de identificar em duas fotos os ovos que foram arremessados em direção a mesa. Um deles estava ali “bagaçado” na parede e Décio, um perito em ovos (talvez por conviver em galinheiro), alega que Palmério fora atingindo por um. Na verdade, a mancha na camisa de Palmério é de suor. Que viagem!

É Décio, sua credibilidade é realmente inexistente.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Hoje é dia de Circo Broadway


Hoje é a grande estréia do Circo Broadway – O Espetáculo das Américas, com temporada que percorre o Maranhão e apresenta novos espetáculos. Instalado na BR-010 nas proximidades da Tocauto, a estrutura do circo é de ponta e com uma bem sacada praça de alimentação para os convidados. A galera pode acompanhar as novidades do circo através do twitter: http://twitter.com/CircoBroadway

Abaixo vídeo institucional da temporada anterior:


Identificáveis Bandidos

As informações hoje estão mais claras quanto aos desordeiros que aprontaram ontem no lançamento do livro “Honoráveis Bandidos” do jornalista Palmério Dória. Eles, entre 150 a 180 pessoas, utilizaram como meio de transporte dois ônibus e a imprecisa contagem de quatro ou duas vans. O líder da patota é o vereador de Pio XII, Asis Filho (PP), ligado ao candidato a deputado estadual Roberto Costa (PMDB), um subalterno do velho carcará João Alberto. Segundo a boca miúda, os baderneiros contaram com suporte logístico (leia-se, transporte) de um candidato a deputado estadual ligado ao grupo Sarney e que eles passaram a noite no comitê da candidata do grupo e que até hoje no começo da tarde, eles ainda estavam lá.

Desvincular esta imagem é pouco provável. E não há como criar factóide quanto à calorosa recepção que tiveram dentro da UEMA. Como boas buchas de canhão, eles provocaram e agrediram primeiro, loucamente, na frente de sete policiais militares que foram sabiamente postos dentro do auditório, e foi da própria polícia que os delinqüentes receberam o devido tratamento, ali mesmo no pátio e próximo ao banheiro da universidade.

Todavia, a população de Imperatriz desconhece ao fundo o que aconteceu de verdade, pois nenhuma emissora de TV noticiou o acontecimento, como manda o bom jornalismo, com imparcialidade. Não citaram qual livro estava sendo lançado, do que se tratava o assunto... simplesmente, nada. De qualquer forma, a rádio-pião circula a informação e ai, sabe-se que tudo pode chegar bem distorcido, aliás, uma boa propaganda para a turma do bigode.


Honoráveis e a selvageria do bigode






Quando noticiaram que baderneiros estariam em Imperatriz para tumultuar o lançamento de “Honoráveis Bandidos”, estupidamente ignorei, pois não imaginava que uma turma de jovens teria coragem de defender um nome um tanto quanto podre em nossa região. Tenho muito que aprender, é bem verdade. O que aconteceu na UEMA hoje, não foi apenas algo programado para baderna e provocação, foi à banalização de uma parte da juventude através de uma suposta associação de jovens a defender algo indefensável. E eles se fizeram presentes, lá de PIO XII, organizados, patrocinados e estimulados a balbúrdia. No auditório da UEMA camuflaram-se aos demais presentes e afoitos não suportaram o discurso de Manoel da Conceição. Foi o maior vacilo deles. Se esperassem a fala de Palmério Dória, tudo bem, seria natural o jogar dos ovos, mas desrespeitar Manoel é antes de tudo, uma estupidez quanto a história. E foi ali, o estopim de tudo. Jogar ovos e ofender Manoel da Conceição é cuspir na história do próprio solo brasileiro. E assim, o pau comeu solto. Deve-se considerar antes de tudo, a imparcialidade da Polícia Militar quanto à euforia estabelecida. Aos baderneiros pro-Sarney, receberam da PM o tratamento como marginal deve receber! Aliás, eu por tabela, fui vítima de agressão de um dos que jogaram ovos aos palestrantes e tumultuaram ali um simples lançamento de livro. Talvez motivado pela euforia da confusão, consegui imobilizar um dos delinqüentes... Recebi com muito bom gosto um efêmero soco nos “peitos”, foi o bastante para assegurar minha insegurança no meio do tumulto. A vida boemia de rock´n´roll por tantas e longas madrugadas, serviram pra alguma coisa. Um policial militar rapidamente percebeu a agressão quanto a minha pessoa, e logo ajudou a imobilizar tal criatura. No meio disso tudo, quatro deles foram hospitalizados e detidos pela PM. E aqui, deve-se levar em consideração, é a primeira vez que presenciei a Polícia Militar ao lado de estudantes universitários e sensíveis e/ou incomodados com a manifestação que veio lá de fora. Um tenente da PM fora atingido por uma pedra arremessada por eles. E mais uma vez, algo imaginário aconteceu, os estudantes, eleitores, imperatrizenses de um modo geral, não se renderam a provocação. Toda e qualquer provocação, tumulto, confusão, partiu simplesmente por parte deles. Acompanhei tudo (sem paixão, e desafio alguém provar o contrário), o que ali aconteceu. Aliás, quando simpatizantes de outra proposta (similar a nossa) política interpelaram de forma agressiva e infantil uma repórter da TV Mirante, interferir, pois funcionário é pião (no bom sentido, diga-se), ganha o pão... Devemos mirar no rei e na rainha.

Felizmente, em Imperatriz o buraco é mais embaixo. Policial Militar aluno da UEMA sentiu ali à agressão quanto à democracia. E no mais, os daqui não revidaram as provocações. Enquanto eles atiravam pedras à instituição e estimulavam o tumulto, os daqui, simplesmente ignoravam tudo. De qualquer forma, foi um evento emblemático, como deveria ser. Os gritos de “fora Sarney”, não ficaram limitados aos presentes da UEMA, os estudantes da vizinha FAMA (de propriedade de Fiquene, velho obreiro do clã), também gritaram a favor. O evento terminou com um sem número de livros vendidos e autografados, e, Palmério Dória ainda foi terminar a noite às margens do Rio Tocantins saboreando uma peixada local, além do respeito e admiração por faixas etárias e sociais inclassificáveis. E os pobres coitados que vieram para tumultuar, levaram consigo escoriações e o deboche que aqui, em Imperatriz, deve-se pensar duas vezes antes de empunhar determinadas bandeiras, assunto do qual iremos abordar em próximo post, onde candidatos aqui da cidade e região rejeitam associar sua imagem ao nome de uma determinada candidata a governo, mesmo mordendo o pão do statu quo.

Noite perfeita. Que venha as próximas!


quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Coligação na cola dos blogs

Ainda nem começou a campanha política efetivamente, mas as coligações estão na cola da mídia tradicional e pra variar, dos blogs aqui na terra do Frei. Segunda-feira eu já tinha ouvido uma conversa deste tipo, mas pensei que fosse mais uma pimenta para temperar as eleições deste ano. Para nossa surpresa, o amigo e blogueiro Isnande foi notificado pela Justiça Eleitoral a pedido de uma determinada coligação a remover um post que abordou uma pesquisa (não registrada) de eleitores. O nobre amigo escreveu em seu blog:

"Fui notificado pela Justiça Eleitoral às 15 horas e 15 minutos para retirar do ar a publicação TACA FEIA, que tratava de números de pesquisa não registrada. Pronto, às 15: 25 a postagem foi retirada. A coligação parece abalada com os movimentos realizados no decorrer da campanha e direciona sua artilharia pesada para um blogue fuleiro igual esse. E a multa é pesada. Pense!!!"

Espero que a Justiça Eleitoral seja tão atenta ao fato de ambulância entregando material de campanha e outras coisinhas há mais que acabam passando batido.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Honoráveis Bandidos em Imperatriz

Apesar de o lançamento original ser do ano passado, não é motivo para que os imperatrizenses deixem de prestigiar in loco o livro “Honoráveis Bandidos” do escritor Palmério Dória. Segundo o blog Praça da Cultura, o lançamento acontece no auditório da UEMA, dia 12 (quinta-feira) às 19 horas. Leia aqui mais informações.

Tive a oportunidade de entrevistar Palmério para o Jornal Pequeno. Como no site do jornal não há mais a entrevista, faço referencia a outra site que fez a devida e bem-vinda reprodução. Basta clicar aqui para conferir a entrevista.