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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Sem prestígio, partidários de Ildon faltam ao café da manhã oferecido a João Alberto

No último dia 12, sábado, o senador licenciado João Alberto antes de seguir rumo para a cidade de Estreito (MA), onde estaria inaugurando uma nova fase do PMDB naquele município, encostou a "boroca" em Imperatriz para fazer as honras a um café da manhã oferecido a ele por seu fiel escudeiro Ildon Marques.

O gesto partidário de Ildon foi estendido a outros peemedebistas históricos e demais simpatizantes, porém o que era para ser uma confraternização de aglutinamento de lideranças acabou não "reverberando" como reza o protocolo da boa vizinhança. Pouco mais do que 15 pessoas estiveram presentes, boa parte delas subempregadíssimas a Ildon Marques.

João Alberto tem a nada simpática tarefa de fazer o jogo político para Roseana, não apenas no que diz ao governo, mas principalmente nas esferas do PMDB em todo estado, focando ainda o sufrágio imperatrizense. O problema é que nesse café da manhã, figuras ativas e que se desdobraram em campanhas passadas de Roseana, como Franciscano, doutor Cleto, Alair Chaves de Miranda, Carlos Lima - entre outras tantas - ignoraram o convite levando em conta o local e o promotor.

É um gesto [o termo aqui é usado outra vez por deboche, diga-se] de que boa parte do PMDB local deixa transparecer que Ildon Marques não representa mais os anseios da sigla e, por tabela, uma opção de composição nas próximas eleições. Pelo jeito a flâmula do PMDB oscila entre antigos correligionários na Terra do Frei.

Igor Lago desmente versão de Lupi

Nem a calmaria na Esplanada durante o feriado foi suficiente para amenizar a turbulenta situação do ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT). Ontem, o pedetista voltou a cair em contradição no episódio da viagem em um avião supostamente patrocinada pelo dono da Fundação Pró-Cerrado, Adair Meira. O presidente do diretório regional do PDT no Maranhão, Igor Lago, afirmou que o partido não pagou pelo aluguel da aeronave que transportou Lupi, Adair e o então titular da Secretaria de Políticas Públicas de Emprego (SPPE), Ezequiel Nascimento, para três cidades do interior do estado, em dezembro de 2009. Igor é filho do ex-governador do estado Jackson Lago, que morreu em abril deste ano e que, na ocasião, acompanhou a comitiva do ministro. O ex-governador, que comandou o diretório do PDT no Maranhão até então, também não foi o responsável por pagar o voo, segundo Igor. “Posso afirmar que o partido não arcou com essas despesas de transporte aéreo. O PDT do Maranhão não pagou, não tem receita para isso.”

Depois da divulgação da informação sobre os voos para cidades do interior do Maranhão supostamente pagos por Adair Meira, Lupi se manifestou, por meio de nota publicada no site do ministério, no dia 12. Mais uma vez, o ministro atribuiu a responsabilidade pelo aluguel da aeronave ao partido. “Os deslocamentos realizados no Maranhão foram responsabilidade do diretório regional do PDT, do ex-governador Jackson Lago e do deputado federal Weverton Rocha (PDT-MA)”, diz a nota do ministro, o único posicionamento oficial desde o dia 12. “A medida foi tomada para evitar que dinheiro público fosse utilizado na agenda.”

Igor Lago, “como filho e dirigente partidário”, diz ter ficado “surpreso” com as declarações e a nota divulgada por Lupi, presidente nacional licenciado do PDT. Segundo ele, uma cópia dos gastos do partido no Maranhão foi solicitada ao Tribunal Regional Eleitoral e será encaminhada ao diretório nacional e à Polícia Federal, que passou a investigar o voo do ministro e do então secretário de Políticas Públicas de Emprego num avião que teria sido custeado pelo presidente da Fundação Pró-Cerrado.

“Terei amanhã (hoje) a prestação de contas do partido, registrada no TRE. Seguramente, não houve esse gasto com o aluguel do avião. Isso será esclarecido”, diz Igor Lago. Ele afirma ainda que seu pai participou da comitiva apenas como convidado. “Era uma agenda executiva, de lançamento do Projovem”, diz.

Fonte: www.pernambuco.com

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Mais uma do PPS: Em Campestre, também perde prazo e não envia lista ao TRE

De acordo com os dirigentes da Comissão Provisória do Partido Popular Socialista-PPS, o erro teria sido motivado pela ineficiência do serviço de internet e o congestionamento do Sistema Filiaweb do Tribunal Superior Eleitoral - TRE, nos últimos dias de prazo para fazer o envio da lista de novos filiados, que terminou dia 14 de outubro passado.

Com este erro, admitido pelo partido, fica de fora da disputa eleitoral de 2012 o pré-candidato a prefeito Nardele Oliveira, que ingressou no partido no mês de setembro depois de ter reestruturado a sigla no município com apoio de dezenas de antigos e novos filiados do PPS. Alguns dos pré-candidatos a vereador e o pré-candidato a vice-prefeito também estão fora da possibilidade de se candidatarem.

Nardele Oliveira recebeu a noticia com surpresa porque ele mesmo ajudou na condução dos trabalhos de filiação e tentativas de envio da lista oficial ao site do TRE. Ele admitiu que para 2012 não será candidato, mas vai continuar na organização partidária e fará coligação com outras siglas e lançará candidatos e vereador. Vai também tentar indicar o candidato ao cargo de vice-prefeito pelo seu partido a fim de garantir espaço na eleição e contribuir com a vitória do candidato a ser apoiado pelo grupo e se manter vivo, “politicamente falando”, para disputar nas eleições de 2016.

O PPS de Nardele Oliveira estuda a possibilidade de coligar com PSB, PDT, PSDB E PT, que têm pré-candidatos a prefeito. Nardele disse gozar da simpatia e da amizade de todos os pré-candidatos da esquerda e até daqueles que pretendem disputar pelo PMDB, PP e PRB. Ele disse ainda que vai anunciar que está fora da disputa como candidato em 20112, neste sábado, dia 12 de novembro, em evento político programado para esta finalidade.

Fonte: Correio Popular