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sábado, 8 de dezembro de 2012

Chuva abre cratera e mata motociclista em Imperatriz. Internautas usam as Redes Sociais para relatar os estragos da chuva

Do portal Do Minuto

A forte chuva que caiu na noite desta sexta-feira (07) em Imperatriz deixou marcas em vários pontos da cidade. Casas e ruas alagadas, móveis levados pela água, inclusive uma morte foi registrada na Floriano Peixoto, Nova Imperatriz, entre as ruas Sousa Lima e Amazonas.

(Foto: Hemerson Pinto)
Um motociclista ao tentar passar pelo local foi sugado pelo Riacho Santa Teresa e infelizmente não consegui sair. O corpo da vítima foi resgatado nas primeiras horas de hoje, por Bombeiros, e levado ao IML.

Surgiu a informação que havia uma mulher com o motociclista na hora do incidente, mas isso não foi confirmado pelo grupo de resgate. “Fizemos uma varredura dentro do riacho, mas não localizamos essa possível vítima, conforme foi informado”, disse o oficial, Sargento Carneiro.

O sargento disse ainda que dois afogamentos foram registrados na cidade, mas felizmente não houve vítimas fatais. “Tivemos duas ocorrências de afogamento. Uma no Parque Anhanguera, em que conseguimos resgatar o homem. E a outra um rapaz tentou atravessar um ponto alagado, foi arrastado, mas ficou preso a um porte”.

Comentários, indignação e fotos de vários pontos de Imperatriz revelam os transtornos da noite desta sexta

“Casas alagadas. Ruas inundadas. Carros parados. Motos empurradas. Pessoas encharcadas”. Esta é a descrição da jornalista Larissa Santos sobre a chuva da noite desta sexta-feira (07), em Imperatriz. Os pingos começaram a cair por volta das oito horas da noite. Estudantes e trabalhadores ficaram desprotegidos nas paradas de ônibus e os veículos parados nas ruas do Centro e dos bairros. Foram três horas de chuva, aproximadamente. Neste intervalo, incontáveis prejuízos.

Com a enxurrada de ontem, impossível não lembrar da propaganda do Ministério da Defesa do Brasil. “Os carros são como lanchas”. A ironia é o reflexo dos transtornos causados com as horas de chuva. A enfermeira Natálya Cunha publicou no Facebook o seguinte comentário: “Meu Senhor que chuva foi esta? Meu carro ficou ilhado, alagado, em pleno Centro na Godofredo Viana! Infelizmente agora tenho que arcar com os prejuízos!”.

Ônibus encalhado ao fundo e água na cintura para desembarcar
(Foto: Clóvis Dias)
A professora Danielly Vaz publicou de dentro do carro: “Estou presa no carro, navegando na net sem saber quando nem como vou chegar em casa. Ai meu Deus já vi um montão de carros quebrados e carros estacionados com água pela janela”. As observações reproduzem a falta de estrutura da cidade: “Quero ver uma foto de uma rua que não ficou alagada”, comenta o blogueiro Antonio Pinheiro Silva. Boa parte das galerias não comporta o volume de água. Com o transbordamento, muitas casas foram invadidas pela forte correnteza.

“Esse rio é minha rua…”
(Foto: Carlos Henrique Brandão)

Entulhos obstruem o escoamento da água e entopem bueiros. É importante que as pessoas não deixem o lixo espalhado pelas ruas. Por fim, o desabafo da Larissa: “Uma coisa eu aprendi: choveu, não saio na rua nem de moto nem de carro (mesmo que eu tivesse)”.

Com reportagem de Paula de Társsia e Alda Queiroz.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Taxa cobrada pelo Colégio Militar Tiradentes em Imperatriz é considerada inconstitucional pelo MPMA

Chegou ao Ministério Público de Imperatriz uma representação de pais de alunos do Colégio Militar Tiradentes. Eles denunciam a cobrança de taxas mensais como condição para a continuidade do ensino.

Promotoria Pública em Imperatriz
(Foto: Divulgação)
O promotor de justiça de Defesa da Probidade Administrativa, Sandro Pofahl Bíscaro, considera a prática inconstitucional, já que a Constituição Federal assegura que o Estado não pode estabelecer tributos que não estejam previstos em Lei. Além disso, o ensino público deve ser mantido com recursos provenientes de impostos.

"Essa prática pode gerar precedentes para contratações sem que haja concurso, concessão de diárias e vantagens pecuniárias. É uma violação à normas trabalhistas, administrativas e financeiras", explicou Sandro Bíscaro.

Para cumprir a recomendação o Colégio Militar deve informar ao Ministério Público sobre o cancelamento da taxa até o dia 13 de dezembro. Caso isso não seja feito, será considerada a responsabilização civil, criminal e administrativa dos responsáveis. A escola pode, ainda, ter que devolver as taxas cobradas e responder por dano moral coletivo.

(CCOM - MPMA)

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

De Imperatriz para o mundo: Café Viana negocia primeiro lote para exportação e prepara os seus 50 anos

Alan Milhomem

Há meio século no mercado maranhense, parte do Pará e Tocantins, o grupo Café Viana se prepara para comemorar em 2013 seus 50 anos. E as festividades já começam em grande estilo, segundo o diretor executivo do grupo, Leowdson Cunha, a empresa já está negociando o primeiro lote de café para exportação, o que será um marco para ramo no Maranhão, sendo a primeira indústria do Estado a exportar café.

“Estamos finalizando algumas negociações para exportação da marca Viana, ou seja, o café Viana será a primeira indústria do ramo de café do Maranhão que vai exportar produtos, inicialmente para a África, mas está se prevendo também alguma coisa para a América do Sul”, afirma Leowdson Cunha.

O grupo também prepara, em nível de marketing, a campanha promocional para comemorar os 50 anos, e já em andamento campanha de mídia de divulgação do novo nome da empresa que desde o início chama Café Viana e a partir de 2013 passará a se chamar “Viana Alimentos”. Outra novidade, já lançada no mercado, é o café Terra Norte, que é uma segunda marca da empresa, que leva o selo de qualidade Viana, porém com um menor valor agregado e destinado àqueles consumidores que tenham uma renda menor e querem um bom café. “É um produto com menor preço, onde o consumidor com o menor poder aquisitivo pode ter acesso a um bom café”, garante o diretor executivo.

Hoje o Café Viana também oferta outros produtos na área alimentícia, como a linha de condimentos e temperos da marca “Viana”. A empresa, desde 2005, tem uma distribuidora que fornece produtos com exclusividades de grandes marcas nacionais, em todo estado do Maranhão, contabilizando mais de 4.500 clientes ativos e está presente em todo o estado com duas unidades de distribuição, a sede em Imperatriz e a filial em São Luís INDÚSTRIA – Com um blend inigualável, alta tecnologia e qualidade reconhecida, o Café Viana industrializa cerca de 500mil toneladas/mês de café. A cuidadosa seleção da matéria-prima é um dos segredos da empresa, que tem nos seus produtos o selo de pureza da Associação Brasileira da Indústria de Café – ABIC. No processo de produção e industrialização do café, os grãos chegam de Minas Gerais e Espírito Santo, os principais fornecedores da empresa e do Brasil, são armazenados e logo passam por um processo de torra. Após atingir o ponto certo os grãos seguem para o blend, é nessa mistura que se define o sabor que é característico do Café Viana. Depois de blendado o café segue para o empacotamento.

“É no blend que definimos o sabor do nosso produto, que é o mesmo de ontem, de hoje e de amanhã. Meus concorrentes podem até saber que tipo de grão eu uso e de onde eles vêm, mas não vai saber as porcentagens que estabeleço no blend, é aqui o segredo do café”, afirma o coordenador de produção, Francisco Sousa.

Os principais tipos de grãos usados no processo de fabricação do Café Viana são os do tipo Arábica e o Conilon. Para manter a qualidade e mesmo sabor do café, na fábrica tem uma sala de prova onde toda semana o provador da empresa faz os testes de prova da bebida do café. Segundo o coordenador de produção, além desse teste de prova o primeiro café do dia é feito para os funcionários.

“É meio que um controle de qualidade e de sabor também, porque temos funcionários aqui com 20 anos de empresa e que tomam café todo dia, se eles acharem o gosto diferente eles avisam e a gente já para a produção e corrige a equação no processo de mistura dos grãos tudo para manter a mesma qualidade e o mesmo sabor”, destaca Francisco Sousa.

Atento às mudanças de cultura e de hábitos dos consumidores, o Café Viana sempre investe em qualidade para promover ao consumidor um café que rende mais, com mais sabor e que com um bom preço. Hoje o Café Viana trabalha com os produtos: café torrado e moído tradicional, café vácuo tradicional, café vácuo extra forte, café vácuo premium e cafés solúveis.

Na indústria dos Salgadinhos Quexito o processo também é todo industrializado, a massa do milho é cozinhada em atrito, posteriormente é cortada e segue para o forno para assar. Depois de assada é pulverizada com o sal, aroma e corantes naturais seguindo para o empacotamento. São produzidos por volta de 50 mil pacotes de salgadinhos por dia.

Além do café e dos salgadinhos que são de fabricação própria, a empresa Viana também tem produtos de marca própria, ou seja, são fabricados por empresa parceira e levam a marca Viana. Nessa lista tem a linha de molhos de Pimenta (calabresa, malagueta e cumari), Molhos ( inglês, shoyo, alho e alho com ervas fina) e temperos( completo com pimenta, completo sem pimenta, sal grosso para churrasco e sal temperado para churrasco).

DISTRIBUIDORA – Depois de mais de 40 anos de experiência na área comercial, veio o interesse de explorar melhor o potencial adquirido, e em 2005 a empresa começou a desenvolver um trabalho de distribuição em conjunto e com exclusividade de grandes marcas nacionais, atendendo ao pequeno, médio e grande varejo e o atacado do estado do Maranhão.

Em 2006 foram investidos altos valores para automatizar todos os setores da empresa. Atualmente a equipe de vendas trabalha totalmente automatizada, o que é um diferencial da empresa, e com supervisores e vendedores capacitados e treinados. A empresa tem ainda uma equipe de promotores de vendas que desempenham um trabalho junto aos clientes na reposição e layout dos produtos nas gôndolas. Hoje o grupo Viana é distribuidor exclusivo das empresas M. Dias Branco (massas e biscoitos), Sukest (doces e sucos), Matsuda (alimentação animal), 3M do Brasil, Novita/Crokitos, Nutrimental (alimento infantil), Ourolux (lâmpada), Noblan (chocolate) e Escobel (escovas).

“O desafio maior é a briga de mercado, nós temos de fazer com que os nossos produtos sejam bem expostos para nossos clientes, que a gente conquiste mais espaços, está mais presente, é a questão de pulverizar no cliente. O desafio é colocar em todos os clientes os nossos produtos e fazer com que eles girem, porque assim fideliza a marca e as pessoas deixam de comprar outros produtos para consumir os nossos”, relata a coordenadora de marketing, Geane Castro.

Oportunidade: Suzano Papel e Celulose abre programa de estágio 2013 no Maranhão

A Suzano Papel e Celulose abriu inscrições para o programa de estágio 2013. Os interessados devem acessar o site http://www.vivatalentos.com.br/suzano/. Não foi definido prazo de inscrição.

Podem participar do processo seletivo estudantes do ensino superior (penúltimo e último anos) e nível técnico que vão se formar entre dezembro de 2013 e dezembro de 2014. Há vagas disponíveis para programas de 20 e 30 horas semanais nas unidades de São Paulo, Limeira (SP), Embu (SP), Suzano (SP), Imperatriz (MA) e Mucuri (BA).

O processo seletivo acontece em cinco etapas: testes online de inglês e de raciocínio lógico; dinâmica de grupo; entrevista com a área de recursos humanos; entrevista com gestores e painel com diretor.

A previsão do início das atividades é fevereiro/março de 2013. Os aprovados receberão bolsa-auxílio compatível com o mercado, vale-refeição ou refeitório (este último para as unidades industriais), vale-transporte ou ônibus fretado (também para as unidades industriais), assistência médica e seguro de vida.

(Assessoria)

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Pecuarista maranhense envolvido em trabalho análogo à escravidão tem bens bloqueados

Da Ascom - MPT-MA

Uma Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público do Trabalho no Maranhão (MPT-MA) - com pedido de tutela antecipada - resultou no bloqueio de bens do pecuarista Francisco Gil Alencar. Ele poderá pagar R$ 3 milhões por danos morais coletivos, por ter mantido 12 trabalhadores em condições análogas à de escravo na fazenda “Coronel Gil Alencar”, na cidade de Santa Inês. Além de gado, o empresário cria, na mesma propriedade, centenas de animais silvestres, em um zoológico chamado de “Gilrassic Park”.

Os homens tinham sido contratados para preparar o pasto do gado, a cerca de cinco quilômetros de distância do zoológico. O Grupo Especial de Fiscalização Móvel, formado pela procuradora do Trabalho, Christiane Nogueira, por auditores fiscais e policiais rodoviários federais, identificou várias irregularidades trabalhistas, como a falta de registro na carteira profissional, o atraso no pagamento de salário, a ausência de equipamentos de proteção individual, o descaso com a saúde dos funcionários e o total desrespeito à dignidade dos 12 trabalhadores.

Foram lavrados 26 autos de infração e MPT-MA também denunciou a inexistência de alojamento adequado, a escassez de alimentos e a falta de higiene. Os homens dormiam no mesmo terreno da pastagem dos bois. O alojamento funcionava em um barraco feito de lona e palha, sem paredes laterais contra animais peçonhentos, chuva e outras intempéries. Não havia local para guardar roupas e objetos pessoais, já que esses materiais ficavam pendurados ou eram armazenados em sacos de ração.

“A mesma água do igarapé, que servia o gado, era utilizada pelos homens para beber, tomar banho e cozinhar. O líquido era armazenado em embalagens de agrotóxicos. Não havia instalações sanitárias. O quadro era de total violação aos direitos fundamentais daqueles trabalhadores”, explicou Christiane.

Outra constatação que chocou o grupo responsável pelo resgate foi a disparidade entre o tratamento dado aos trabalhadores e aos animais silvestres criados no parque. O fazendeiro possui 900 bichos de 100 espécies diferentes, que recebem alimentação balanceada, água mineral e acompanhamento de zootecnista.

Aos homens, pela manhã, era fornecido café preto com uma massa de farinha de milho cozida. No almoço, eles tinham direito a feijão e arroz – às vezes só um ou outro. O jantar era a repetição do almoço.

Na ação, a procuradora citou a poesia de Manuel Bandeira, “O Bicho”, para retratar a situação degradante na qual os trabalhadores se encontravam. “Vi ontem um bicho [...] catando comida entre os detritos. Quando achava alguma coisa, não examinava nem cheirava: engolia com voracidade. O bicho não era um cão. Não era um gato. Não era um rato. O bicho, meu Deus, era um homem”.

Depois do resgate, os 12 trabalhadores receberam carteiras de trabalho, foram encaminhados a um alojamento apropriado e tiveram acesso ao seguro-desemprego. O fazendeiro Gil Alencar teve que desembolsar quase R$ 40 mil pela rescisão contratual desses funcionários.

A ação foi protocolada na Vara do Trabalho de Santa Inês (MA). O juiz Carlos Eduardo dos Santos decidiu pela concessão de liminar em razão do dano moral coletivo. Ele determinou o cumprimento de 27 medidas em defesa dos trabalhadores e bloqueou 14 bens do réu, entre prédios, fazendas, casas, lotes e um sítio – localizados nas cidades de São Luís, Santa Inês, Zé Doca, Paço do Lumiar e Juazeiro do Norte (CE).

“Implantar no inconsciente de um trabalhador que sua alimentação é menos importante que a de animais criados em cativeiro e arriscar a saúde dessas pessoas pelo não fornecimento de condições mínimas de higiene me parece aviltar o imponderável”, disse o juiz.

Para a procuradora Christiane, o caso lembra o episódio vivido pelo comunista Harry Berger, que durante a ditadura Vargas foi submetido a péssimas condições na prisão, o que fez com que o advogado dele invocasse a aplicação do Decreto de Proteção e Defesa dos Animais. “No habeas corpus, ele disse que Berger estava sendo submetido a situação tão desumana, que parecia que os animais irracionais tinham mais direitos que as pessoas”, finalizou.

O pecuarista maranhense poderá ser incluído na “lista suja” do trabalho escravo, que reúne os empregadores que já exploraram esse tipo de mão-de-obra. O caso está sendo acompanhado pela Procuradoria do Trabalho no Município (PTM) de Bacabal.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Concurso: FGV divulga gabaritos das provas da PM e Bombeiros

A Fundação Getúlio Vargas divulgou os gabaritos oficiais preliminares das provas do concurso da Política Militar e Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Maranhão.

Os arquivos estão no formato PDF e, para ter acesso, basta clicar no item desejado:

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Polícia pra quem precisa de polícia: Presa quadrilha que tentou fraudar concurso

POR OSWALDO VIVIANI

Ao menos 27 pessoas – em São Luís e Caxias – foram presas pela polícia do Maranhão durante a realização do concurso da Secretaria de Segurança Pública (SSP), ocorrido no último fim de semana.

De acordo com a investigação policial, que começou já na sexta-feira (30), uma quadrilha tentou fraudar o certame, contratando dois professores para fazer as provas e, posteriormente, repassar os resultados a candidatos interessados, por meio de celulares.

Os candidatos beneficiados pagariam R$ 15 mil cada um – R$ 7.500 antecipadamente e outros R$ 7.500 após a aprovação.

Os detidos foram presos nos locais das provas, antes que pudessem concretizar a fraude. O nome de um dos envolvidos presos em Caxias foi divulgado: Antonio Ferreira Lima Sobrinho.

Numa reunião, na manhã de hoje (3), entre a Fundação Getúlio Vargas (organizadora do concurso); o secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes; e os delegados titulares da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), Augusto Barros, e Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI), Jair Paiva, ficou decidido que o concurso não vai ser anulado.

(Jornal Pequeno)

domingo, 2 de dezembro de 2012

Fraude no concurso? Secretaria de Segurança apura denúncias

Do G1 Maranhão

A Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP-MA) realiza, nesta segunda-feira (3), uma entrevista coletiva para esclarecer as denúncias de tentativas de fraudes no concurso para as polícias Militar e Civil, além do Corpo de Bombeiros. Para o seletivo estão reservadas 2.379 vagas, sendo 2.000 para policiais militares; 150 para bombeiros e 229 para policiais civis.

Segundo o secretário Aluísio Mendes, antes mesmo da realização das provas, no sábado (1º) e neste domingo (2), a Superintendência de Investigações Criminais (Seic) já trabalhava com denúncias de possíveis fraudes. “Existia uma investigação anterior às provas, sobre estas pessoas que tentaram burlar o concurso, mas não poderíamos divulgar nada. Os detalhes de todo o trabalho realizado nestas investigações e durante o concurso serão divulgados nesta coletiva”, disse o titular da pasta, que também informou não poder confirmar se algumas ou quantas pessoas teriam sido detidas. “Até o momento é só o que podemos falar. Todo o trabalho da Seic está sendo feito com bastante cuidado”, acrescentou.

Cerca de 500 homens das Polícias Civil, Militar e ainda do Corpo de Bombeiros foram empregados no trabalho de segurança do concurso. Só na capital, cidade com maior número de locais de prova, a PM utilizou 150 policiais dos 1º, 6º, 8º e 9º batalhões com viaturas e do Ronda da Comunidade e equipes a pé, que percorreram os bairros e as áreas no entorno de onde terão escolas com realização de provas. Policias do Batalhão de Choque (BpChoque) e motocicletas do Esquadrão Águia também integraram os trabalhos.

A Polícia Civil destinou 180 homens, entre delegados, escrivães e investigadores em todo o Estado. Em cada local de prova foram alocadas equipes policiais, compostas por um PM, um investigador e um militar do Corpo de Bombeiros. A mesma atenção foi dada em Imperatriz e Caxias.

Além de São Luís, os testes também foram realizados em Caxias e Imperatriz. Segundo a SSP, 54.502 concorreram ao cargo de soldado PM e bombeiro; 14.485 para policial civil e 7.660 para delegado.