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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Petrobras adia refinaria no Maranhão e frustra planos de Roseana

A mídia do governo estadual e quando na época de campanha, usou e abusou a cerca da instalação da Refinaria Premium no município de Bacabeira, distante 60km de São Luís. Especulava-se que a geração de mais de 100 mil empregos, diretos e indiretos, durante a realização da obra e após a inauguração. E que o governo do estado aliado a Petrobras pretendia qualificar 22,7 mil profissionais de nível superior e técnico, além de 3,4 mil trabalhadores da construção civil.

O Protocolo de Entendimentos para instalação
da Refinaria Premium foi assinado
em junho de 2009 no Palácio dos Leões,
entre a governadora Roseana Sarney (PMDB),
o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão,
e o presidente em exercício da Petrobras,
Renato Sousa Duque.
(Foto: Handson Chagas)
São números maravilhosos para qualquer governo (pois a economia no estado eleva-se em muito) e graficamente bonito de se mostrar numa campanha política. Mas eis que a Petrobras já trabalha para a primeira parte da Refinaria Premium acontecer somente em 2016, ou seja, dois anos após a disputa eleitoral para governo em 2014.

Vejamos abaixo a notícia da Veja Online repuplicada pelo Portal Itz:

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, afirmou hoje que o plano de negócios de 2011 a 2015 da estatal trabalha com a perspectiva de postergação do cronograma da refinaria Premium I, a ser instalada no Maranhão. A primeira fase do complexo, prevista inicialmente para 2014, foi postergada para 2016. Já a segunda etapa, cujo cronograma apontava início de operações em 2017, também foi revisado em dois anos, para 2019.

O projeto do complexo prevê a produção de combustíveis como diesel e querosene de aviação (QAV), a partir do refino de 300 mil barris por dia de petróleo em cada uma das duas fases.

Gabrielli disse que está bastante otimista com relação ritmo de produção da companhia que deverá ser acelerado nos próximos anos por conta do pré-sal. De acordo com ele, a companhia terá 35 sistemas de produção entrando em operação até 2020. Até 2015 serão, segundo ele, 10 novos projetos no pós-sal, 8 projetos no pré-sal e um nas áreas da cessão onerosa. No total, lembrou, até 2015 serão adicionados com estes projetos 2,3 milhões de barris de óleo equivalentes por dia.

(Veja Online)

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