segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Lambança de Ildon Marques, faz Madeira patinar junto ao FPM

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Pela cara de Madeira e a gesticulação de Ildon Marques,
percebe-se como o papo é convivente em frente
a sede do TRE em Imperatriz.
(Foto: Pinheiro)
O blogueiro Holden Arruda faz uma observação pertinente quanto ao bloqueio do FPM para a cidade de Imperatriz e que muitos deixam de comentar. Arruda lembra da “herança maldita” da gestão anterior, uma “lambança administrativa” que é ignorada pela maioria dos ditos analistas políticos e por parte da imprensa.

Outro ponto interessante citado pelo blogueiro e mais salutar é o fato da atual gestão não informar abertamente a sangria causada por gestores anteriores. Talvez por depender de uma ou outra assinatura do ex-prefeito Ildon Marques, Madeira é mais do que cauteloso no enfrentamento, preferindo não chutar o pau da barraca.

Na boca miúda, comenta-se, entre outras coisas, que naquela época até uma “receita municipal” paralela funcionava nas dependências de um hotel da cidade. É mole? Ildon Marques é um político de sorte. Não tem oposição como prefeito, nem antes e nem depois.

Vejamos a postagem de Holden logo abaixo:

Adversários do prefeito Madeira, que já comandaram a Prefeitura, tripudiam pela ameaça de bloqueio do FPM por causa de dívida com o INSS. Se ele o prefeito fosse pra imprensa dizer os porquês e os motivos da ameaça do bloqueio não ficariam muito contentes não.
É mais uma daquelas lambanças feitas para enrolar o INSS que fica como herança maldita para os gestores subseqüentes. Essa lambança, feita pela gestão anterior, por exemplo, acaba de gerar uma sangria de quase três milhões de reais nos cofres da Prefeitura. Ou Madeira pagava ou de fato o bloqueio seria feito.

Trata-se daqueles formulas mirabolantes apresentadas por essas empresas “caça níquel” que aparece prometendo suspender o pagamento das obrigações das Prefeituras com o INSS. De fato, até que consegue por algum tempo o problema é a divida existe e lá na frente “a bolha estoura” e quem termina pagando o pato é a população.

No caso de Imperatriz o acumulado chegou a quase três milhões de reais não havendo outro remédio: ou o Madeira ia pra Justiça pra ganhar tempo coma divida aumentado a cada dia, ou liquidava tudo de uma vez. Responsavelmente preferiu a segunda opção.

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Juízo meu povo, juízo...