O leitor mais atento percebe que escrevi na nota anterior o nome do violonista como “Michael James”, inclusive de naturalidade norte-americana. É nada disso! O correto mesmo é Marck Johnnes, brasileiro, baiano-maranhense.
A informação incorreta foi passada por um integrante da Fundação Cultural. O cabra deve ter entendido errado, e eu embarquei. Tudo bem, “vamos em frente”. Fotos abaixo:







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Juízo meu povo, juízo...